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sexta-feira, 30 de maio de 2014

PCP - O BOTA-ABAIXO...


Todo o cidadão sabe que o PCP e o BE são os dois partidos que se dedicam exclusivamente ao "BOTA-ABAIXO".
Não interessa se se governa bem ou mal; não interessa qual é o governo ou que partido está a governar...Simplesmente "BOTA-ABAIXO".
Nestas eleições europeias, o "bota-abaixo" PCP teve mais votos e o "bota-abaixo" BE levou porrada estrondosa...
O PCP levou mais votos e foram de origem PSD e CDS. Muitos dos habituais eleitores que votam no PSD e CDS, decidiram votar no PCP e desprezar o BE. A razão deste desprezo pelo BE tem a sua razão: é que, de facto, o BE não tem ponta por onde se lhe pegue. Os verdadeiros líderes deste partido, um já morreu outro saiu da liderança. O PCP é um partido que ainda tem simpatizantes devido ao ainda analfabetismo e ignorância de uma parte da população, sobretudo os idosos, que não têm qualquer visão sobre política e as suas consequências. Talvez daqui a 2 ou 3 décadas o PCP desapareça definitivamente. Isto por que, nessa altura, o cidadão, no geral, já terá outra educação/cultura e não se irá identificar com partidos do "bota--abaixo". Eu tive um cunhado que, após o 25 de Abril de 1974, abraçou o "comunismo" e era um militante ferrenho. Só que, passado uns meses, apercebeu-se de que, afinal, os camaradas queriam que ele dividisse os seus bens pelos camaradas, por que, diziam eles, os camaradas, que o comunismo era isso mesmo: todos tinham que ter o mesmo, independentemente de quem trabalhasse mais ou menos... Coitado do meu cunhado ! Fugiu antes que o deixassem em pelota ...

segunda-feira, 26 de maio de 2014

AS ELEIÇÕES EUROPEIAS 2014 E O JOGO DE SEMÂNTICA DOS POLÍTICOS...

O Senhor Seguro diz que o governo chegou ao fim. Os resultados das eleições foram 7 deputados para o PS; 6 deputados para o PDS/CDS; 2 deputados para a CDU; 1 deputado para o MTP; 1 deputado para o BE.
Eu gostava de saber que jogo de semântica é este dos políticos que não sabem fazer mais nada do que fazer jogos de semântica para enganar toda a gente. Será que ter mais 1 deputado do que o PSD/CDS é ter uma vitória estrondosa, ao ponto de o governo se sentir chegado ao fim ? Nas eleições de 2009 o PS teve 44% nas europeias e nestas teve apenas 31,46%. O presente governo teve que impor medidas drásticas para sair da m.e.r.d.a. em que o PS deixou o País e o presente governo apenas teve menos um deputado em relação ao PS. Afinal, o que é que o PS ganhou ? Perdeu 13,46% dos votos em relação a 2009 e ganhou apenas mais um deputado em 2014. Mas que grande vitória !!!!!
E se estes "políticos", sem exceção, fossem todos apanhar no "ass" ? Eu digo sem exceção por que são todos iguais, ou seja: jogam todos na semântica só para enganar o povo.
Senhor Seguro e Snrs Líderes de todos os partidos: o povo está farto das vossas incompetências, desonestidades, roubalheiras e jogos de semântica...
Os 66,3% de abstenção quer dizer que o povo está-se borrifando para todos vós, pois sois todos a mesma "shit". Vocês sois a escória da humanidade


sábado, 17 de maio de 2014

sexta-feira, 16 de maio de 2014

A MULHER IDEAL QUE PROCURA...

PERGUNTAS NUNCA RESPONDIDAS NOS 40 ANOS DE “ABRIL”.

PERGUNTAS NUNCA RESPONDIDAS NOS 40 ANOS DE “ABRIL”.

“O inconseguimento de eu estar num centro de decisão fundamental a PERGUNTAS NUNCA RESPONDIDAS NOS 40 ANOS DE ABRIL

O inconseguimento de eu estar num centro de decisão fundamental a que possa corresponder uma espécie de nível social frustracional derivada da crise”
Assunção Esteves,
Presidente da Assembleia da República
(TSF, em 7/1/2014)


Passados 40 anos após a última grande esquina da História de Portugal, já deveria ter havido o discernimento, o bom senso e a vontade (que deles deriva), de fazer uma análise histórica – nas suas diferentes dimensões, nomeadamente política, estratégia, económica/financeira, social e cultural – de todo o período abrangido e que englobasse, para facilidade de entendimento e exposição, três períodos distintos:
• O período da última fase do Estado Novo, por exemplo desde o início do consulado do Professor Marcello Caetano;
• O período que começa com a acção militar no dia 25/4/74 – suas causas e execução – e por todo o período conturbado, conhecido por “PREC” e termina em 25/11/75;
• O período posterior até aos dias de hoje, e suas consequências.
Como tal não foi feito (e o que foi feito deixa muito a desejar) e não será feito a breve trecho, vamos cingir-nos a elaborar um conjunto de questões, que falam por si, independentemente do juízo que se intente fazer sobre elas.
São também as respostas às perguntas formuladas, que ajudarão, um dia, a escrever a História que deve ficar para o futuro e não aquela que insistentemente nos têm vindo a inocular como se de uma lavagem ao cérebro se tratasse.

Aqui fica uma mão cheia delas:
1º- Quais as razões que justificam, à luz da Moral e do Direito, a queda pela força do regime deposto?
2º- Se o regime deposto foi tão mau, como alegado por tantos, porque nunca se julgaram os responsáveis vivos, pela sua existência e práticas (nem sequer à revelia)?
3º- Quais as principais razões, assumidas inicialmente pelo Movimento das Forças Armadas (MFA), para a execução do golpe de estado? Foram razões corporativas (isto é, do foro das FA)? Foi concretamente o Decreto-Lei 373/73 que espoletou o golpe? Foram razões políticas? Estratégicas? Sociais? Económicas? Quais e baseadas em quê? Foi por estarem cansados de fazerem a guerra?
4º- Que informação tinha o MFA sobre a “luz verde” dada (solicitada?) pelo “Grupo de Bildelberg” numa reunião ocorrida a 19/4/74, no Hotel D’Arbois, em Mégeve, nos Alpes Franceses, propriedade do Barão Edmond Rothschild, na qual, entre outros participou Joseph Luns – na altura, Secretário – Geral da NATO – não sendo por acaso que uma esquadra da Aliança fundeou na Barra de Lisboa no dia do golpe?
5º- Desde quando e porquê, o PCP passou a tomar parte no golpe? Desde o “ensaio” ainda mal explicado, das Caldas, a 16 de Março? Ou antes?
6º- O que fazia o General Costa Gomes enfiado com a mulher no Hospital Militar da Estrela, no dia 25/4/74?
7º- Porque é que o Chefe de Governo, Marcello Caetano, nunca deu ordens para conter o golpe e, à revelia do que estava previsto nos planos de contingência da altura, em vez de se dirigir para Monsanto, foi meter-se na “boca do lobo” do Quartel do Carmo? Porque recusou a fuga do mesmo, que lhe foi oferecida e era viável? O que quis negociar com o General Spínola?
8º- Porque é que 90% dos efectivos da PIDE/DGS (na área de Lisboa) decidiram, após o golpe, concentrar-se no local mais inverosímil para o fazerem, ou seja na própria sede?
9º- Porque é que até hoje nenhum governo português intentou uma acção, lógica e pertinente, que é a de solicitar ao governo da Federação Russa, a devolução ou, no mínimo a cópia, de toda a documentação desviada dos arquivos nacionais, nomeadamente da DGS, como não parece haver qualquer dificuldade em provar?
10º- Porque é que o MFA – autor do golpe – e a sua suposta cabeça dirigente, ou seja a, em cima-da-hora formada, Junta de Salvação Nacional (JSN), cometeu a imprudência de não terem declarado o “Estado de Sítio”, perdendo desse modo, e no próprio dia, o controlo da situação?
11º- Ou terá sido de propósito?
12º- Idem para a leviandade com que a nível militar se começaram a prender e a sanear uns aos outros, sem qualquer regra ou justiça, estilhaçando dessa forma a hierarquia, a disciplina e a organização das FA, sem as quais nada se podia levar a cabo? FA que, recorda-se, estavam em campanha em três frentes!
13º- Ou também foi de propósito?
14º- Como e porquê deixaram o Poder cair na rua, chegando-se ao ponto de colocar o país à beira da guerra civil, a qual se evitou “in extremis”, a 25/11/1975?
15º- Porque se deixou entrar no país e libertou das prisões, uma quantidade de gente de mau porte que, recorde-se, não estava presa por delito de opinião, mas incorria em crimes do foro militar, de delito comum e, até, de traição à Pátria, sem que os mesmos ficassem a bom recato à espera de julgamento?
16º- O “granel” desculpa e justifica tudo o que se possa passar?
17º- Como se pode intentar um golpe de estado num país que, não estando oficialmente em guerra com ninguém, conduzia extensas operações militares das quais dependia a salvaguarda de grande parte do seu território e populações, sem pensar muito maduramente no impacto que tal golpe podia ter naquilo que estava em jogo e era de longe, a questão mais importante e delicada em que toda a Nação estava envolvida?
18º- Porque é que os mentores do golpe (e seus seguidores) não conseguiram ou quiseram discernir e perceber, que a defesa do Ultramar era distinta – por nacional – da simples mudança de um regime ou sistema político?
19º- Porque se permitiu que a obsessão política pela conquista do Poder se sobrepusesse a questões fundamentais para o País (e ainda hoje assim acontece…) e se fizesse tábua rasa dos meios para atingir os fins, muitos deles estranhos à matriz histórica, estratégica e cultural de todo um povo?
20º- Como explicar, melhor dizendo, como compreender que o que foi pensado para o dia seguinte – que é a parte mais importante num golpe de estado, ou revolução – neste caso o que estava condensado no Programa do MFA e na Proclamação da JSN ao País – nunca se conseguiu pôr em prática?
Finalmente:
Como explicar que nenhum dos “3 Ds”, constantes do referido programa do MFA, a saber, “Descolonizar, Democratizar e Desenvolver” tenha sido cumprido, ou dito de outro modo, tenha seguido o seu curso, estando hoje o país que nos resta no perigeu do seu poder relativo, desde que Afonso Henriques individualizou o Condado e na iminência de desaparecer como entidade política autónoma e soberana, comunidade com identidade própria e até em vias de extinção como povo com características próprias (por via da demografia negativa, da emigração e imigração, só para citar estas)?
Ou seja, e em síntese por demais sintética:
1º- O “D” da descolonização resultou numa desgraça inominável e na maior vergonha histórica, desde 1128, cuja responsabilidade teremos que carregar como povo e sociedade organizada, para todo o sempre. Tendo, além dos que ficaram deste lado do mar, desgraçado sobretudo os portugueses dos territórios que abandonámos à sua sorte, os quais em vez de descolonizarmos – uma operação já de si aberrante, para a idiossincrasia da Nação Portuguesa, dadas as regras internacionais em vigor – entregámos nas mãos de forças marxistas, e só a essas.
Perdemos “apenas” e em pouco mais de um ano, cerca de 60% da população e 95% do território…
2º- O “D” da democratização está consubstanciado numa Constituição enorme, errada sob muitos pontos de vista, mal escrita, insensata e elaborada debaixo de condicionalismos vários. E, já agora, anti – democrática…
De tudo resultou uma confusão doutrinária de se ter considerado a Democracia em si mesmo, que ela não é, em vez de um meio para se atingir as três aspirações “utópicas” do Estado, a saber, Segurança, a Justiça e o Bem-Estar (por esta ordem); na ditadura da partidocracia (com a agravante de o espectro político estar apenas representado do “centro até à extrema esquerda”- terminologia serôdia que já devia ter desaparecido há muito), baseada em partidos medíocres.
Partidos donde emanam políticos cada vez mais impreparados, na sua maioria autênticos papagaios troca-tintas em que já ninguém acredita nem suporta. E que se blindaram no poder.
Partidocracia que degenerou rapidamente em plutocracia, “corruptocracia” e “bandalheirocracia”!
O fulcro da Democracia acaba por ser a representatividade. Pergunta-se, hoje em dia, quem se sente representado?
3º- Finalmente o “D” do desenvolvimento.
Portugal era um país que em 24/4/1974 tinha estabilidade económica, financeira, social, com uma administração financeira honesta e regrada; onde todas as instituições funcionavam; em que a economia crescia 7% ao ano (no Ultramar era mais); possuía a 6ª moeda mais forte do mundo, escorada e protegida por 850 toneladas de ouro e 50 milhões de contos; tinha acesso ao crédito que quisesse a juros baixos; gozava de pleno emprego.
Conseguia tudo isto, note-se, ao mesmo tempo que tinha 230.000 homens em armas, em quatro continentes e quatro oceanos, dos quais 150.000 permanentemente empenhados em operações de contra-guerrilha, em três teatros de operações distintos a milhares de quilómetros da sua base logística principal, com muito limitado apoio aliado e apenas com generais e almirantes portugueses.
Orgulhosamente só (frase por norma tirada do contexto).
E sem dever nada a ninguém.
Como explicar que um país nestas condições, 40 anos depois dos “amanhãs que cantam” e das mais floridas esperanças, esteja no actual estado de banca rota e muito “acompanhado” internacionalmente, por tantos países e instituições que nos desqualificam, publicamente, no concerto das Nações (até nos chamam “PIGS”)?
Esteja, também, ocupado politica, económica e, sobretudo, financeiramente, por uma “Troika” (que ninguém sequer conhece bem, ou o que representa), depois de já ter passado por duas outras grandes "aflições" financeiras (em 1978 e 1983), que obrigaram à intervenção do FMI; e depois da adesão à CEE, em 1986, ter entrado dinheiro no país à média de dois milhões de contos/dia, de fundos comunitários?!
E estamos hoje ainda a tentar evitar a banca rota à custa de sacrifícios de quem não é responsável maior por tudo o que se passou; deixando incólumes os responsáveis (que nem um pedido de desculpas se atrevem a dar), e da alienação contínua da soberania, das empresas, do património, da venda da própria terra e dando até início a um processo de prostituição colectiva, de que a outorga da nacionalidade a ricaços estranhos que queiram investir por cá algumas centenas de milhares é já exemplo eloquente!
Já me esquecia, estamos a sair da bancarrota à custa de fazermos mais empréstimos, com os quais ganhamos tempo para tentar pagar uma dívida e os juros da mesma – que ninguém sabe quanto é – mas que seguramente não iremos pagar nos próximos 100 anos…
Em que opróbrio de país nos tornámos?!
Foi para isto que se quis a tão decantada Liberdade – um conceito absoluto, porém de aplicação relativa – entusiasticamente tida como a principal conquista de Abril?
Ao fim de 40 anos celebra-se o quê?
João José Brandão Ferreira
Cidadão Português (nada, mesmo nada, satisfeito)
(Beneficiário nº 11337317689 da CGA)

EXERCÍCIOS NA BARRA FIXA...



Como executar correctamente os exercícios na barra fixa? 
Como desenvolver o peitoral com as elevações a barra? 
Como aumentar a altura com ajuda deste exercício? 

O artigo de hoje irá falar e descrever como executar corretamente o famoso exercício, elevações a barra fixa. Para ser mais preciso, irei desenvolver 7 questões aconselhando a maneira correcta de as realizar. 

Antes de mais, gostaria de vos relembrar, que o exercício elevações a barra, é um exercício complexo, pois envolve o trabalho de vários grupos musculares, como os abdominais, ombros, trapézio, costas, bíceps, tríceps etc. As pessoas em geral conhecem duas formas de realizar este exercício, mãos em supinação e mãos em pronação. Pois quero declarar, que existe algumas outras maneiras de execução, e irei ilustrar como, no final deste artigo. 

Questão 1: Quero ser mais alto! 
Se vocês têm como objectivo aumentar a sua estatura, para isso terá que realizar as elevações a barra fixa. Para aumentar a altura, a execução tem que ser realizada da seguinte forma: elevam-se a barra, e de seguida, descem bruscamente. Após isso, estando pendurados na posição inicial, flectem os joelhos para trás formando 90 graus, e rodam apenas a parte de baixo do corpo, a partir da cintura. 

Questão 2: Quero ter um abdominal bem definido! 
Se é esse objectivo – definir o abdominal, terão que executar elevações para abdominais. Para realizar correctamente, tem que ter em conta a maneira correcta de execução. Estando suspensos, agarrados na barra, levantam a ponta dos pés e tocam na barra. È um exercício um pouco complicado, se não possui ainda este nível de habilidade, levantam os pés só até ao nível da cintura. Desta forma conseguirão um abdominal mais forte e resistente. 

Questão nº3: Quero ter costas largas! 
Para esta questão, o mais eficiente é elevar a barra com os braços ao nível dos ombros, mãos em pronação. Suspensos na barra fixa, cruzam as pernas, de seguida, elevam tocando com peito na barra. Quando tiver na posição inicial, manter os braços sempre direitos, bem esticados, irá permitir melhor alongamento (estiramento) dos músculos das costas. Com braços ao nível dos ombros, executar o exercício dessa forma, permite alargar os “lats” e torná-los mais arqueados. 

Questão nº4: Quero a minha coluna sempre saudável! 
Se vocês têm problemas com a coluna e deseja mantê-la saudável, existe várias maneiras de execução na barra fixa. A mais simples é ficar suspenso na barra. Relaxem os músculos das costas e estiquem bem a coluna, formando uma linha. É recomendável fazer este exercício 15-20 segundos, algumas vezes por dia. Outra forma, suspensos, tocam o chão com os pés. Colocam apenas o peso das pernas no chão, irão sentir como se a coluna estivesse a sair do seu sítio habitual. Relaxem e alonguem a caixa torácica. 

Questão nº5: Quero ter uns ombros fortes! 
Elevem com os braços aproximados um do outro, mãos em pronação. Suspensos na barra, com uma distância mínima entre as mãos, contraiam as costas e elevem-e tentando tocar a barra com peito. Outra forma de exercer os ombros, agarra a barra com mãos em supinação, braços ao nível dos ombros, e elevar apenas até ao meio. Desta forma trabalham os dois músculos dos ombros. 

Questão nº6: Quero ter uns seios bonitos! 
Se deseja ter uns peitos bonitos, incluam a elevação na barra fixa. Suspensos, braços ao nível dos ombros, mãos em supinação. Executam o exercício tentado tocar com o peito na barra. Respiram pelo nariz, sobem inspiram, baixam expiram. A execução deste exercício tem que ser feito lentamente com uma respiração equilibrada. Depois disso podem realizar de outra maneira. Uma mão agarra em pronação, outra em supinação, elevam o corpo a barra, tocando com a nuca, ou seja, elevação para trás da cabeça, corpo mergulha para frente. È um pouco difícil realizar este exercício. 

Questão nº7: Quero aumentar o bíceps! 
Se desejam aumentar os seus bíceps. Muito simples, braços aproximados um do outro, mãos em supinação, juntando os cotovelos com as costelas. Contraem as costas e ao elevar, e recomendável olhar em direcção ao pulso. Ao atingir o topo, tentam tocar a barra com o peito e manter alguns segundos nessa posição. 

Para concluir como prometi, aqui tem ilustrado algumas maneiras variadas de executar as elevações a barra fixa:


segunda-feira, 12 de maio de 2014

SAIBA COMO É ROUBADO TODOS OS DIAS


 O Problema deste Portugal é que depois do golpe de estado em 25 de Abril de 1974, em que o objetivo das FA era sacar mais privilégios e mordomias ao Estado, pagos pelos cidadãos, formou-se uma elite cleptomaníaca que tomou conta do nosso cavalo lusitano, e é ela que o põe a saltar por cima de obstáculos que impeçam a corrupção, o enriquecimento ilícito, os golpes, os compadrios, os jobs for the boys, etc.. É esta elite corrupta e criminosa que nos tem desgovernado todos estes anos, - 39 anos - - que está instalada nos grandes grupos económicos e financeiros; nos governos; nos partidos; nas autarquias; na função pública; nas corporações de médicos, engenheiros, juízes e magistrados; sindicatos, etc.. Os membros desta elite circulam por todo o sistema: hoje trabalham em grandes empresas, amanhã estão nos bancos, depois vão para o governo; voltam para as grandes empresas públicas e privadas; regressam aos bancos, governo e por aí fora... No fim de uma vida todas as famílias desta "máfia" criada depois do 25 de Abril de 1974, ficam podres de ricas e passam a pasta aos seus descendentes até à eternidade. A Plebe, limita-se a produzir para estes FDP com letra grande, comendo a côdea da broa que o Diabo amassou, contando sempre os tostões para que ela não falte no dia seguinte... Sempre foi assim, desde os primórdios da vida, e sempre assim será, até à eternidade...

quarta-feira, 7 de maio de 2014

sábado, 19 de abril de 2014

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quinta-feira, 17 de abril de 2014

OS CAPITÃES DE ABRIL...


Os capitães de Abril não fizeram uma revolução !! Fizeram sim um GOLPE DE ESTADO", derrubando o governo. O objetivo desses capitães era apenas tomar conta do governo para impor uma ditadura militar mais ou menos ao nível de Cuba, para que assim pudessem dispor do poder estatal de forma a serem eles a escolher as LEIS, as escolher os seus salários, privilégios, mordomias, reformas milionárias, viver à grande e à francesa, gerir a economia e finanças do País, e pôr o povo a comer a côdea da broa que o Diabo amassou. Enquanto o governo salazarista lhes dava tudo e mais alguma coisa, não houve problema. A partir da guerra colonial, em que os oficiais milicianos, aqueles que queriam seguir a vida militar, eram promovidos a capitães sem terem o curso e tinham os mesmos privilégios e salários dos capitães do quadro, gerou-se um descontentamento de tal ordem e com a infiltração comunista nas FA, a solução para eles, os militares profissionais, foi derrubar o governo. Houve várias tentativas para impor a ditadura do proletariado, com os militares à cabeça, mas foram rapidamente eliminados pelas forças exteriores que os avisaram de que não tolerariam a mudança de uma ditadura fascista para uma ditadura do proletariado. Depois do "GOLPE DE ESTADO", foram-se auto promovendo a tenentes-coronéis, coronéis, generais, etc., e hoje o cidadão paga altos impostos para dar uma vida regalada a esta cambada de parasitas... As FA faziam parte integrante da ditadura fascista...

quinta-feira, 10 de abril de 2014

MALFEITORES (DES) GOVERNAM PORTUGAL COM O APOIO DA JUSTIÇA...

From the album: ÚLTIMAS NOTICIAS By rapidinhas

É OBRIGATÓRIO PARTILHAR PARA QUE TODOS SAIBAM DE UMA VEZ POR TODAS O PAÍS EM QUE VIVEMOS. A MÁFIA FINANCEIRA PROTEGE-SE. SÃO INTOCÁVEIS. A MAIOR FRAUDE FINANCEIRA DE SEMPRE EM PORTUGAL ACABA ASSIM. COM MILHARES DE MILHÕES DESAPARECIDOS, COM O DINHEIRO DOS CONTRIBUINTES A TAPAR O BURACO E....COM OS RESPONSÁVEIS MÁXIMOS PELA POUCA VERGONHA...ABSOLVIDOS! É este o nosso Portugal. é isto que a MÁFIA FAZ. 


Troika? Esforço do povo? Pensem. Tribunal absolve Oliveira e Loureiro no caso BPN 20 setembro 201159 comentários Juíza considera tribunal comum incompetente para apreciar acção do BPN contra Oliveira e Costa, Dias Loureiro e outros ex-responsáveis do grupo. O "Correio da Manhã" escreve que o processo cível do BPN contra vários ex-administradores do antigo Grupo BPN/SLN sofreu um revés no início deste mês: a juíza do processo considerou que a acção é da competência dos tribunais do comércio, argumento que fora apresentado pela defesa dos réus, e absolveu na primeira instância Oliveira e Costa, Dias Loureiro e outros antigos responsáveis do Grupo BPN/SLN. "Julgo procedente a excepção da incompetência das varas cíveis em razão da matéria quanto aos pedidos de condenação dos réus a pagar (BPN) a indemnização e, consequentemente, absolvo da instância os réus", pode-se ler no despacho da juíza. Segundo apurou o jornal, a administração do BPN já recorreu da decisão para o Supremo Tribunal de Justiça que irá agora decidir se a indemnização será apreciada por um tribunal comum ou pelo Tribunal de Comércio de Lisboa. Em causa está um pedido de indemnização do BPN de 42 milhões de euros.

sexta-feira, 28 de março de 2014

ENRIQUECER RAPIDAMENTE...

CARTA A UMA GERAÇÃO ERRADA

Caros João Cravinho, Manuela Ferreira Leite, Bagão Félix, Ferro Rodrigues, Sevinate Pinto, Vitor Martins e demais subscritores do manifesto pela reestruturação da divida publica: Que tal deixarem para a geração seguinte a tarefa de resolver os problemas gravíssimos que vocês lhes deixaram? É que as vossas propostas já não resolvem, só agravam os problemas. Que tal darem lugar aos mais novos? Vi, ouvi, li, e não queria acreditar. 70 das mais importantes personalidades do país, parte substancial da nossa elite, veio propor que se diga aos credores internacionais o seguinte: – Desculpem lá qualquer coisinha mas nós não conseguimos pagar tudo o que vos devemos, não conseguimos sequer cumprir as condições que nós próprios assinámos, tanto em juros como em prazos de amortizações! Permitam-me uma pergunta simples e direta: Vocês pensaram bem no momento e nas consequências da vossa proposta, feita a menos de dois meses do anúncio do modo de saída do programa de assistência internacional? Imaginaram que, se os investidores internacionais levarem mesmo a sério a vossa proposta, poderão começar a duvidar da capacidade e da vontade de Portugal em honrar os seus compromissos e poderão voltar a exigir já nos próximos dias um prémio de risco muito mais elevado pela compra de nova dívida e pela posse das obrigações que já detêm? Conseguem perceber que, na hipótese absurda de o Governo pedir agora uma reestruturação da nossa dívida, os juros no mercado secundário iriam aumentar imediatamente e deitar a perder mais de três anos de austeridade necessária e incontornável para recuperar a confiança dos investidores, obrigando, isso sim, a um novo programa de resgate e ainda a mais austeridade, precisamente aquilo que vocês dizem querer evitar? Conseguem perceber que, mesmo na hipótese absurda de os credores oficiais internacionais FMI, BCE e Comissão Europeia aceitarem a proposta, só o fariam contra a aceitação de uma ainda mais dura condicionalidade, ainda mais austeridade? Conseguem perceber que os credores externos, nomeadamente os alemães, iriam imediatamente responder – Porque é que não começam por vocês próprios? Os vossos bancos não têm mais de 25 por cento da vossa dívida pública nos seus balanços, mais de 40 mil milhões de euros, e o vosso Fundo de Capitalização da Segurança Social não tem mais de 8 mil milhões de euros de obrigações do Tesouro? Peçam-lhes um perdão parcial de capital e de juros. Conseguem perceber que, neste caso, os bancos portugueses ficariam à beira da falência e a Segurança Social ficaria descapitalizada? Nenhum de vós, subscritores do manifesto pela reestruturação da dívida pública, faria tal proposta se fosse Ministro das Finanças. E sobretudo não a faria neste delicadíssimo momento da vida financeira do país. Mesmo sendo uma proposta feita por cidadãos livres e independentes, pela sua projeção social poderá ter impacto externo e levar a uma degradação da perceção dos investidores, pela qual vos devemos responsabilizar desde já. Se isso acontecer, digo-vos que como cidadão contribuinte vou exigir publicamente que reparem o dano causado ao Estado. Conseguem perceber porque é que o partido que pode ser Governo em breve, liderado por António José Seguro, reagiu dizendo apenas que se deve garantir uma gestão responsável da dívida pública e nunca falando de reestruturação? Pergunto-vos também se não sabem que uma reestruturação de dívida pública não se pede, nunca se anuncia publicamente. Se é preciso fazer-se, faz-se. Discretamente, nos sóbrios gabinetes da alta finança internacional. Aliás, vocês não sabem que Portugal já fez e continua a fazer uma reestruturação discreta da nossa dívida pública? Vitor Gaspar como ministro das Finanças e Maria Luis Albuquerque como Secretária de Estado do Tesouro negociaram com o BCE e a Comissão Europeia uma baixa das taxas de juro do dinheiro da assistência, de cerca de 5 por cento para 3,5 por cento. Negociaram a redistribuição das maturidades de 52 mil milhões de euros dos respetivos créditos para o período entre 2022 e 2035, quando os pagamentos estavam previstos para os anos entre 2015 e 2022, esse sim um calendário que era insustentável. Ao mesmo tempo, juntamente com o IGCP dirigido por João Moreira Rato, negociaram com os credores privados Ofertas Públicas de Troca que consistem basicamente em convencê-los a receber o dinheiro mais tarde. A isto chama-se um “light restructuring”, uma reestruturação suave e discreta da nossa dívida, que continua a ser feita mas nunca pode ser anunciada ao mundo como uma declaração de incapacidade de pagarmos as nossas responsabilidades. Sabem que em consequência destas iniciativas, e sobretudo da correção dos défices do Estado, dos cortes de despesa pública, da correção das contas externas do país que já vai em quase 3 por cento do PIB, quase cinco mil milhões de euros de saldo positivo, os credores internacionais voltaram a acreditar em nós. De tal forma que os juros das obrigações do Tesouro a 10 anos no mercado secundário já estão abaixo dos 4,5 por cento. Para os mais distraídos, este é o valor médio dos juros a pagar pela República desde que aderimos ao Euro em 1999. O valor factual já está abaixo. Basta consultar a série longa das Estatísticas do Banco de Portugal. E sim, Eng. João Cravinho, é bom lembrar-lhe que a 1 de janeiro de 1999, a taxa das obrigações a 10 anos estava nos 3,9 por cento mas quando o seu Governo saiu, em Outubro desse ano, já estava nos 5,5 por cento, bem acima do valor atual. É bom lembra-lhe que fazia parte de um Governo que decidiu a candidatura ao Euro 2004 com 10 estádios novos, quando a UEFA exigia só seis. E que decidiu lançar os ruinosos projetos de SCUT, sem custos para o utilizador, afinal tão caros para os contribuintes. O resultado aí está, a pesar na nossa dívida pública. É bom lembrar aos subscritores do manifesto pela reestruturação da dívida pública que muitos de vós participaram nos Conselhos de Ministros que aumentaram objetivamente a dívida pública direta e indireta. Foram corresponsáveis pela passagem dos cheques da nossa desgraça atual. Negócios de Estado ruinosos, negócios com privados que afinal eram da responsabilidade do contribuinte. O resultado aí está, a pesar direta e indiretamente nos nossos bolsos. Sim, todos sabemos que quem pôs o acelerador da dívida pública no máximo foi José Sócrates, Teixeira dos Santos, Costa Pina, Mário Lino, Paulo Campos, Maria de Lurdes Rodrigues com as suas escolas de luxo que foram uma festa para a arquitetura e agora queimam as nossas finanças. Mas em geral, todos foram responsáveis pela maneira errada de fazer política, de fazer negócios sem mercado, de misturar política com negócios, de garantir rendas para alguns em prejuízo de todos. Sabem perfeitamente que em todas as crises de finanças públicas a única saída foi o Estado parar de fazer nova dívida e começar a pagar a que tinha sido acumulada. A única saída foi a austeridade. Com o vosso manifesto, o que pretendem? Voltar a fazer negócios de Estado como até aqui? Voltar a um modelo de gastos públicos ruinosos com o dinheiro dos outros? Porque é que em vez de dizerem que a dívida é impagável, agravando ainda mais a vida financeira das gerações seguintes, não ajudam a resolver os gravíssimos problemas que a economia e o Estado enfrentam e que o Governo não tem coragem nem vontade de resolver ao contrário do que diz aos portugueses? Porque é que não contribuem para que se faça uma reforma profunda do Estado, no qual se continuam a gastar recursos que não temos para produzir bens e serviços inúteis, ou para muitos departamentos públicos não produzirem nada e ainda por cima impedirem os empresários de investir com burocracias economicamente criminosas? Porque não canalizam as vossas energias para ajudar a uma mudança profunda de uma economia que protege setores inteiros da verdadeira concorrência prejudicando as famílias, as PME, as empresas exportadoras e todos os que querem produzir para substituir importações em condições de igualdade com outros empresários europeus? Porque não combatem as práticas de uma banca que cobra os spreads e as comissões mais caros da Europa? Um setor elétrico que recebe demais para não produzir eletricidade na produção clássica e para produzir em regime especial altamente subsidiado à custa de todos nós? Um setor das telecomunicações que, apesar de parcialmente concorrencial, ainda cobra 20, 30 e até 40 por cento acima da média europeia em certos pacotes de serviços? Porque não ajudam a cortar a sério nas rendas das PPP e da Energia? Nos autênticos passadouros de dinheiros públicos que são as listas de subvenções do Estado e de isenções fiscais a tudo o que é Fundações e Associações, algumas bem duvidosas? Acham que tudo está bem nestes setores? Ou será que alguns de vós beneficiam direta ou indiretamente com a velha maneira de fazer negócios em Portugal e não querem mudar de atitude? Estará a vossa iniciativa relacionada com alguns cortes nas vossas generosas pensões? Pois no meu caso eu já estou a pagar IRS a 45 por cento, mais uma sobretaxa de 3,5 por cento, mais 11 por cento de Segurança Social, o que eleva o meu contributo para 59,5 por cento nominais e não me estou a queixar. Sabem, a minha reforma já foi mais cortada que a vossa. Quando comecei a trabalhar, tinha uma expectativa de receber a primeira pensão no valor de mais de 90 por cento do último salário. Agora tenho uma certeza: a minha primeira pensão vai ser de 55 por cento do último salário. E não me estou a queixar, todos temos de contribuir. Caros subscritores do Manifesto para a reestruturação da dívida pública, desculpem a franqueza: a vossa geração está errada. Não agravem ainda mais os problemas que deixaram para a geração seguinte. Façam um favor ao país – não criem mais problemas. Deixem os mais novos trabalhar.

DX.COM

quinta-feira, 8 de março de 2012

PORTUGAL

O destino das gerações vindouras

Se bem percebi a discussão do programa " Prós e Contras " desta segunda-feira dia 5 de Março de 2012, tudo indica que as gerações vindouras terão que estar preparadas para emigrar .
A maioria dos entrevistados do painel argumentava de que os jovens têm de estar preparados para emigrar para outros países com desenvolvimento económico, e não ficar à espera que os governantes portugueses façam milagres...
Fez-se de uma alternativa "emigrar" uma solução ou seja: não há mais nada a fazer nesta terra senão emigrar.
É claro que os convidados da plateia prostestaram veementemente, argumentando que o problema da falta de crescimento económico em Portugal é devido às incompetência e desonestidade dos sucessivos governos, depois do 25 de Abril...
Há países mais pequenos que Portugal, que têm uma economia saudável e o seu povo um padrão de vida dos melhores do mundo.
A desculpa esfarrapada que Portugal é pobre por que é pequeno, é de quem não tem justificação para o sempre constante empobrecimento e as frequentes bancarrotas a que os sucessivos governos levam o País.
A impunidade dos governantes leva a que todos eles enriqueçam ilicitamente, criando empregos dentro do Estado para as famílias e amigos, e criando Leis para proteger os interesses instalados que são um dos cancros deste Portugal que está cada vez mais moribundo...
Portugal é gerido por uma "elite" corrupta, interesseira e incompetente. Os verdadeiros gestores, com capacidade para pôr este Portugal no topo dos melhores, são escorraçados e desprezados por esta elite de malfeitores.
A nossa justiça também faz parte do sistema corrupto. Os tubarões roubam, matam, violam crianças, etc.,  e quando algum é processado criminalmente, não passa de uma cena de teatro para tapar os olhos ao cidadão, por que  o processo arrasta-se até à sua prescrição...

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

A REVOLUÇÃO DA CIDADANIA...

"Ora aqui vai outro importante contributo, para que o Ministro das Finanças não
continue a fazer de nós parvos, dizendo com ar sonso que não sabe em que mais
cortar.

Acabou o recreio!

Se todos vocês reencaminharem como eu faço, ao fim do dia seremos centenas de milhar de "olhos mais bem abertos".Orçamento do Estado

Todos os ''governantes'' [a saber, os que se governam...] de Portugal falam em cortes das despesas, mas não dizem quais, e aumentos de impostos, a pagar pela malta

Não ouvi foi nenhum governante falar em:

. Reduzir as mordomias (gabinetes, secretárias, adjuntos,
assessores, suportes burocráticos respectivos, carros, motoristas, etc.) dos
três Presidentes da República retirados.

. Redução dos deputados da Assembleia da República e seus gabinetes, profissionalizando-os como nos países a sério. Reforma das mordomias na Assembleia da República, como almoços
opíparos, com digestivos e outras libações,tudo à custa do pagode

.
Acabar com os milhares de Institutos Públicos e Fundações Públicas que não
servem para nada e têm funcionários e administradores com 2º ou 3º
emprego.

. Acabar com as empresas Municipais, com Administradores a
auferir milhares de euros mês e que não servem para nada, antes acumulam funções
nos municípios, para aumentarem o bolo salarial respectivo.. Redução drástica
das Câmaras Municipais e Assembleias Municipais, numa reconversão mais feroz que
a da Reforma do Mouzinho da Silveira, em 1821, etc

. Redução drástica das Juntas de Freguesia.

. Acabar com o pagamento de 200 € por presença de
cada pessoa nas reuniões das Câmaras e 75 € nas Juntas de
Freguesia

Acabar com o Financiamento aos Partidos. Que devem viver da
quotização dos seus associados e da imaginação que aos outros exigem para
conseguirem verbas para as suas actividades

. Acabar com a distribuição de carros a Presidentes, Assessores, etc, das Câmaras, Juntas, etc., que se
deslocam em digressões particulares pelo País.

. Acabar com os motoristas particulares 20 h/dia, com o agravamento das horas extraordinárias... para
servir suas excelências, filhos e famílias, e até os filhos das amantes....
Acabar com a renovação sistemática de frotas de carros do Estado e entes
públicos menores, mas maiores nos dispêndios públicos.

. Colocar chapas de identificação em todos os carros do Estado. Não permitir de modo algum que
carros oficiais façam serviço particular tal como levar e trazer familiares e
filhos às escolas, ir ao mercado a compras, etc. Acabar com o vaivém semanal dos
deputados dos Açores e Madeira e respectivas estadias em Lisboa em hotéis de
cinco estrelas pagos pelos contribuintes que vivem em tugúrios
inabitáveis...

.. Controlar o pessoal da Função Pública (todos os
funcionários pagos por nós) que nunca está no local de trabalho. Então em Lisboa
é o regabofe total. HÁ QUADROS QUE, EM VEZ DE ESTAREM NO SERVIÇO PÚBLICO, PASSAM O TEMPO NOS SEUS ESCRITÓRIOS DE ADVOGADOS A CUIDAR DOS SEUS INTERESSES, QUE NÃO NOS DA COISA PÚBLICA...

. Acabar com as administrações numerosíssimas de
hospitais públicos que servem para garantir tachos aos apaniguados do poder - há
hospitais de província com mais administradores que pessoal administrativo. Só o
de PENAFIEL TEM SETE ADMINISTRADORES PRINCEPESCAMENTE PAGOS... pertencentes ás oligarquias locais do partido no poder...

. Acabar com a internet nas repartições públicas (Câmaras, Hospitais e demais locais de trabalho), acesso só em local próprio e por requisição, ficando sob controlo e registado o que o
funcionário fez. Se quiserem andar no Facebook, MSN, Google, etc.,
façam-no em casa e a expensas próprias que não ás custas do
contribuinte.

. Acabar com os milhares de pareceres jurídicos, caríssimos, pagos sempre aos mesmos escritórios que têm canais de comunicação fáceis com o Governo no âmbito de um tráfico de influências que há que
criminalizar, autuar, julgar e condenar..

. Acabar com as várias reformas por pessoa, de entre o pessoal do Estado e de entidades privadas, que passaram fugazmente pelo Estado.

. Pedir o pagamento dos milhões dos empréstimos
dos contribuintes ao BPN e BPP.

. Perseguir os milhões desviados por Rendeiros, Loureiros e quejandos, onde quer que estejam.

. E por aí fora.

Recuperaremos depressa a nossa posição, sobretudo a credibilidade tão abalada
pela corrupção que grassa e pelo desvario dos dinheiros do Estado .

. Já estamos cansados, fica assim.

. Expliquem porque o Presidente da
Assembleia da República tem ao seu dispor dois automóveis (de serviço).
Deve ser um para a "pasta" e outro para a "lancheira...

domingo, 28 de novembro de 2010

A CORJA DE LADRÕES...







 Lista de Aposentados no ano de 2005 (Janeiro a Novembro)
com pensões de luxo (mas em 2006 a lista continua imparável!): pode ser consultado em:  http://www.cga.pt/publicacoes.asp?O=3


JANEIRO
Ministério da Justiça

€5380.20   Juiz Desembargador  Conselho Superior Magistratura

MARÇO
Ministério da Justiça

€7148.12   Procurador-Geral Adjunto  Procuradoria-Geral República

€5380.20   Juiz Desembargador  Conselho Superior Magistratura

€5484.41   Juiz Desembargador  Conselho Superior Magistratura

€5498.55   Juiz Desembargador  Conselho Superior Magistratura

Empresas Públicas e Sociedades Anónimas

€6082.48   Jurista 5  CTT Correios Portugal SA

ABRIL
Ministério da Justiça

€5498.55   Juiz Desembargador  Conselho Superior Magistratura

€5498.55   Juiz Desembargador  Conselho Superior Magistratura

€5338.40   Procurador-geral Adjunta  Procuradoria-Geral República

Antigos Subscritores

€6193.34   Professor Auxiliar Convidado

MAI0

Ministério da Justiça

€5663.51   Juiz Conselheiro  Conselho Superior Magistratura

€5498.55   Procurador-Geral Adjunto  Procuradoria-Geral República

€5460.37   Juiz Desembargador  Conselho Superior Magistratura

€5663.51   Juiz Conselheiro  Conselho Superior Magistratura

€5338.40   Procuradora-Geral Adjunta  Procuradoria-Geral República

€5663.51   Juiz Conselheiro  Conselho Superior Magistratura


JUNHO
Ministério da Justiça

€5663.51   Juiz Conselheiro  Supremo Tribunal Administrativo

€5498.55   Juiz Desembargador  Conselho Superior Magistratura

€5498.55   Juiz Desembargador  Conselho Superior Magistratura

€5663.51   Juiz Conselheiro  Conselho Superior Magistratura

JULHO
Ministério da Justiça

€5182.91   Juiz Direito  Conselho Superior Magistratura

€5182.91   Procurador República  Procuradoria-Geral República

€5307.63   Juiz Desembargador  Conselho Superior Magistratura

€5498.55   Procurador-Geral Adjunto  Procuradoria-Geral República

AGOSTO
Ministério da Justiça

€5173.46   Conservador  Direcção Geral Registos Notariado

€5173.46   Conservadora  Direcção Geral Registos Notariado

€5173.46   Conservador  Direcção Geral Registos Notariado

€5173.46   Notário  Direcção Geral Registos Notariado

€5173.46   Conservador  Direcção Geral Registos Notariado

€5663.51   Juiz Conselheiro  Conselho Superior Magistratura

€5663.51   Juiz Conselheiro  Conselho Superior Magistratura

€5498.55   Juiz Desembargador  Conselho Superior Magistratura

€5043.12   Notária  Direcção Geral Registos Notariado

€5173.46   Conservador 1ª Classe  Direcção Geral Registos Notariado

€5498.55   Juiz Desembargador  Conselho Superior Magistratura

€5498.55   Juiz Desembargador  Conselho Superior Magistratura

€5027.65   Conservador  Direcção Geral Registos Notariado

€5663.51   Juiz Conselheiro  Conselho Superior Magistratura

€5498.55   Juiz Desembargador  Conselho Superior Magistratura

€5173.46   Conservador  Direcção Geral Registos Notariado

€5498.55   Juiz Desembargador  Conselho Superior Magistratura

€5173.46   Notário  Direcção Geral Registos Notariado

€5498.55   Juiz Desembargador  Conselho Superior Magistratura

€5498.55   Juiz Desembargador  Conselho Superior Magistratura

€5159.57   Conservador  Direcção Geral Registos Notariado

€5173.46   Notária  Direcção Geral Registos Notariado

€5173.46   Ajudante Principal  Direcção Geral Registos Notariado

€5498.55   Juiz Desembargador  Conselho Superior Magistratura

€ 5173.46   Notário 1ª Classe  Direcção Geral Registos Notariado

€5173.46   Notária  Direcção Geral Registos Notariado

SETEMBRO
Ministério dos Negócios Estrangeiros

€7284.78   Vice-Cônsul Principal  Secretaria-Geral (Quadro Externo)

€6758.68   Vice-Cônsul mdash; Secretaria-Geral (Quadro Externo)

Ministério da Justiça

€5663.51   Juiz Conselheiro mdash; Conselho Superior Magistratura

€5498.55   Juiz Desembargador mdash; Conselho Superior Magistratura

€5498.55   Juiz Desembargador mdash; Conselho Superior Magistratura

Ministério da Educação

€5103.95   Presidente  Conselho Nacional Educação

OUTUBRO
Ministério da Justiça

€5498.55   Procurador-Geral Adjunto  Procuradoria-Geral República

NOVEMBRO
Ministério dos Negócios Estrangeiros

€7327.27   Técnica Especialista  Secretaria-Geral (Quadro Externo)

Tribunal de Contas

€5663.51   Presidente

Ministério da Justiça

€5498.55   Juiz Desembargador  Conselho Superior Magistratura

€5663.51   Juiz Conselheiro  Conselho Superior Magistratura

€5498.55   Juiz Desembargador  Conselho Superior Magistratura

€5498.55   Juiz Desembargador  Conselho Superior Magistratura

€5498.55   Juiz Desembargador  Conselho Superior Magistratura

Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior

€5015.16   Professor Coordenador  Inst Superior Engenharia Lisboa

 

   Boas Vidas!!! 

 Mas nem tudo vai mal nesta nossa República (Pelo menos para alguns)

Com as eleições legislativas de 20/Fevereiro, metade dos 230 deputados não foram reeleitos. Os que saíram regressaram às suas anteriores actividades. Sem, contudo saírem tristes ou cabisbaixos. Quando terminam as funções, os deputados e governantes têm o direito, por Lei (feita e aprovada por eles) a um subsídio que dizem de   reintegração:

 - um mês de salário (3.449 euros) por cada seis meses de Assembleia ou governo.

Desta maneira um deputado que tenha desempenhado as suas funções durante uma Legislatura recebe seis salários (20.694 euros). Se o tiver sido durante 10 anos, recebe vinte salários ( 68.980 euros).

Feitas as contas aos deputados que saíram, o Erário Público desembolsou mais de

2.500.000 euros.



No entanto, há ainda aqueles que têm direito a subvenções vitalícias ou pensões de

 reforma ( mesmo que não tenham 60 anos). Estas são atribuídas aos titulares de

cargos políticos com mais de 12 anos.

Entre os ilustres reformados do Parlamento encontramos figuras como:

Almeida Santos.......................... 4.400, euros;

Medeiros Ferreira....................... 2.800, euros;

Manuela Aguiar.......................... 2.800, euros;

Pedro Roseta............................ .2.800, euros;

Helena Roseta........................... 2.800, euros;

Narana Coissoró……………….........2.800, euros;

Álvaro Barreto............................3.500, euros;

Vieira de Castro......................... 2.800, euros;

Leonor Beleza…………………......... 2.200, euros;

Isabel Castro............................. 2.200, euros;

José Leitão................................. 2.400, euros;

Artur Penedos............................ 1.800, euros;

Bagão Félix................................ 1.800, euros.



Quanto aos ilustres reintegrados, encontramos, por exemplo, os seguintes ex-deputados:

Luís Filipe Pereira . 26.890, euros / 9 anos de serviço;

Paulo Pedroso ........48.000, euros / 7 anos e meio de serviço

David Justino ..........38.000, euros / 5 anos e meio de serviço;

Mª Carmo Romão ... 62.000, euros / 9 anos de serviço;

Luís Nobre Guedes . 62.000, euros / 9 anos e meio de serviço.



A maioria dos outros deputados que não regressaram estiveram lá somente

na última legislatura, isto é, 3 anos, foi o suficiente para terem recebido cerca

de 20.000, euros cada .


É ESTA A CLASSE POLÍTICA QUE TEM A LATA DE PEDIR SACRIFÍCIOS AOS PORTUGUESES PARA DEBELAR A CRISE!...


MAS... HÁ MAIS !!!



Apesar de ter apenas 50 anos de idade e de gozar de plena saúde, o socialista VASCO FRANCO, número dois do PS na Câmara de Lisboa durante as presidências de Jorge Sampaio e de João Soares, está já reformado. A pensão mensal que lhe foi atribuída ascende a 3.035 euros (608 contos), um valor bastante acima do seu vencimento como vereador.

A generosidade estatal decorre da categoria com que foi aposentado – técnico

superior de 1ª classe, segundo o «Diário da República» - apesar de as suas habilitações literárias se ficarem pelo antigo Curso Geral do Comércio, equivalente ao actual 9º ano de escolaridade.

A contagem do tempo de serviço de Vasco Franco é outro privilégio raro, num país que pondera elevar a idade de reforma para os 68 anos, para evitar a ruptura da Segurança Social.

O dirigente socialista entrou para os quadros do Ministério da Administração Interna em 1972, e dos 30 anos passados só ali cumpriu sete de dedicação exclusiva; três foram para o serviço militar e os restantes 20 na vereação da Câmara de Lisboa, doze dos quais a tempo inteiro. Vasco Franco diz que é tudo legal e que a lei o autoriza a contar a dobrar 10 dos 12 anos como vereador a tempo inteiro.

Triplicar o salário. Já depois de ter entregue o pedido de reforma, Vasco Franco foi convidado para administrador da Sanest, com um ordenado líquido de 4000 euros mensais (800 contos). Trata-se de uma sociedade de capitais públicos, comparticipada pelas Câmaras da Amadora, Cascais, Oeiras e Sintra e pela empresa Águas de Portugal, que gere o sistema de saneamento da Costa do Estoril. O convite partiu do reeleito presidente da Câmara da Amadora, Joaquim Raposo, cuja mulher é secretária de Vasco Franco na Câmara de Lisboa. O contrato, iniciado em Abril, vigora por um período de 18 meses.

A acumulação de vencimentos foi autorizada pelo Governo mas, nos termos do acordo, o salário de administrador é reduzido em 50% - para 2000 euros - a partir de Julho, mês em que se inicia a reforma, disse ao EXPRESSO Vasco Franco.

Não se ficam, no entanto, por aqui os contributos da fazenda pública para o bolo salarial do dirigente socialista reformado. A somar aos mais de 5000 euros da reforma e do lugar de administrador, Vasco Franco recebe ainda mais 900 euros de outra reforma, por ter sido ferido em combate (!?) em Moçambique já depois do 25 de Abril (??), e cerca de 250 euros em senhas de presença pela actuação como vereador sem pelouro.

Contas feitas, o novo reformado triplicou o salário que auferia no activo, ganhando agora mais de 1200 contos limpos. Além de carro, motorista, secretária, assessores e telemóvel.



É BOM QUE TODOS SAIBAM  COMO SE GOVERNA QUEM NOS GOVERNA.

MAS HÁ MUITO MAIS....


Vamos dar um basta e reagir como gente grande dizendo um grande


BASTA!

Não se esqueça destes detalhes, pode ser que venham a ser precisos um dia....





CASAMENTO GAY...

Novos Problemas em Portugal






domingo, 10 de outubro de 2010

ADIVINHA QUEM É O AMIGO DE CAVACO, DO PSD E DE CABO VERDE ?





A ADIVINHA DO DIA
0 - Tem um processo em curso de investigação
1 - Negou coisas que o seu chefe disse
2 - Esteve muito ligado ao PSD
3 - Sabe fazer umas cantarolas
4 - Também sabe jogar golfe
5 - Desde há uns meses nunca mais se ouviu falar dele
De quem falamos ????
(...ver resposta abaixo ...)
Resposta:
- DIAS LOUREIRO!...
A viver actualmente à grande e à fartazana em Cabo Verde,saboreando umas mulatinhas de olhos verdes...
É o dono do maior Resort Turístico da Ilha do Sal...
( ... é aquela ilha, daquele país africano onde o BPN criou umas "sucursais" e um banco mais ou menos virtual, com que se faziam umas operações de lavagem e fugas ao fisco, etc. etc... )
PS: ALGUÉM O VÊ NA NOSSA IMPRENSA ? COMEM TODOS DA MESMA GAMELA... PQOP
O que nos leva a pensar tal esquecimento..?
Como vêem é fácil fazer esquecer um roubo
superior a mais de 4 mil milhões de euros,
quando se tem amigos...por todo o lado...
até em Belém!

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

TUDO O QUE AQUI RELATO É VERDADE...



"Tudo o que aqui relato é verdade. Se quiserem, podem processar-me.

Eis parte do enigma. Mário Soares, num dos momentos de lucidez que ainda vai tendo, veio chamar a atenção do Governo, na última semana, para a voz da rua.

A lucidez, uma das suas maiores qualidades durante uma longa carreira politica. A lucidez que lhe permitiu escapar à PIDE e passar um bom par de anos, num exílio dourado, em hotéis de luxo de Paris.

A lucidez que lhe permitiu conduzir da forma "brilhante" que se viu o processo de descolonização.

A lucidez que lhe permitiu conseguir que os Estados Unidos financiassem o PS durante os primeiros anos da Democracia.

A lucidez que o fez meter o socialismo na gaveta durante a sua experiência governativa.

A lucidez que lhe permitiu tratar da forma despudorada amigos como Jaime Serra, Salgado Zenha, Manuel Alegre e tantos outros.

A lucidez que lhe permitiu governar sem ler os "dossiers"...

A lucidez que lhe permitiu não voltar a ser primeiro-ministro depois de tão fantástico desempenho no cargo.

A lucidez que lhe permitiu pôr-se a jeito para ser agredido na Marinha Grande e, dessa forma, vitimizar-se aos olhos da opinião pública e vencer as eleições presidenciais.

A lucidez que lhe permitiu, após a vitória nessas eleições, fundar um grupo empresarial, a Emaudio, com "testas de ferro" no comando e um conjunto de negócios obscuros que envolveram grandes magnatas internacionais.

A lucidez que lhe permitiu utilizar a Emaudio para financiar a sua segunda campanha presidencial.

A lucidez que lhe permitiu nomear para Governador de Macau Carlos Melancia, um dos homens da Emaudio.

A lucidez que lhe permitiu passar incólume ao caso Emaudio e ao caso Aeroporto de Macau e, ao mesmo tempo, dar os primeiros passos para uma Fundação na sua fase pós-presidencial.

A lucidez que lhe permitiu ler o livro de Rui Mateus, "Contos Proibidos", que contava tudo sobre a Emaudio, e ter a sorte de esse mesmo livro, depois de esgotado, jamais voltar a ser publicado.

A lucidez que lhe permitiu passar incólume as "ligações perigosas" com Angola, ligações essas que quase lhe roubaram o filho no célebre acidente de avião na Jamba (avião esse transportando de diamantes, no dizer do então Ministro da Comunicação Social de Angola).

A lucidez que lhe permitiu, durante a sua passagem por Belém, visitar 57 países ("record" absoluto para a Espanha - 24 vezes - e França - 21), num total equivalente a 22 voltas ao mundo (mais de 992 mil quilómetros).

A lucidez que lhe permitiu visitar as Seychelles, esse território de grande importância estratégica para Portugal, aproveitando para dar uma voltinha de tartaruga.

A lucidez que lhe permitiu, no final destas viagens, levar para a Casa-Museu João Soares uma grande parte dos valiosos presentes oferecidos oficialmente ao Presidente da Republica Portuguesa.

A lucidez que lhe permitiu guardar esses presentes numa caixa-forte blindada daquela Casa, em vez de os guardar no Museu da Presidência da República.

A lucidez que lhe permite, ainda hoje, ter 24 horas por dia de vigilância paga pelo Estado nas suas casas de Nafarros, Vau e Campo Grande.

A lucidez que lhe permitiu, abandonada a Presidência da Republica, constituir a Fundação Mário Soares. Uma fundação de Direito privado, que, vivendo à custa de subsídios do Estado, tem apenas como única função visível ser depósito de documentos valiosos de Mário Soares. Os

mesmos que, se são valiosos, deviam estar na Torre do Tombo.

A lucidez que lhe permitiu construir o edifício-sede da Fundação violando o PDM de Lisboa, segundo um relatório do IGAT, que decretou a nulidade da licença de obras.

A lucidez que lhe permitiu conseguir que o processo das velhas construções que ali existiam e que se encontrava no Arquivo Municipal fosse requisitado pelo filho e que acabasse por desaparecer

convenientemente num incêndio dos Paços do Concelho.

A lucidez que lhe permitiu receber do Estado, ao longo dos últimos anos, donativos e subsídios superiores a um milhão de contos.

A lucidez que lhe permitiu receber, entre os vários subsídios, um de quinhentos mil contos, do Governo Guterres, para a criação de um auditório, uma biblioteca e um arquivo num edifico cedido pela Câmara de Lisboa.

A lucidez que lhe permitiu receber, entre 1995 e 2005, uma subvenção anual da Câmara Municipal de Lisboa, na qual o seu filho era Vereador e Presidente.

A lucidez que lhe permitiu que o Estado lhe arrendasse e lhe pagasse um gabinete, a que tinha direito como ex-presidente da República, na.... Fundação Mário Soares.

A lucidez que lhe permite que, ainda hoje, a Fundação Mário Soares receba quase 4 mil euros mensais da Câmara Municipal de Leiria.

A lucidez que lhe permitiu fazer obras no Colégio Moderno, propriedade da família, sem licença municipal, numa altura em que o Presidente era... João Soares.

A lucidez que lhe permitiu silenciar, através de pressões sobre o director do "Público", José Manuel Fernandes, a investigação jornalística que José António Cerejo começara a publicar sobre o tema.

A lucidez que lhe permitiu candidatar-se a Presidente do Parlamento Europeu e chamar dona de casa, durante a campanha, à vencedora Nicole Fontaine.

A lucidez que lhe permitiu considerar José Sócrates "o pior do guterrismo" e ignorar hoje em dia tal frase como se nada fosse.

A lucidez que lhe permitiu passar por cima de um amigo, Manuel Alegre, para concorrer às eleições presidenciais mais uma vez.

A lucidez que lhe permitiu, então, fazer mais um frete ao Partido Socialista.

A lucidez que lhe permitiu ler os artigos "O Polvo" de Joaquim Vieira na "Grande Reportagem", baseados no livro de Rui Mateus, e assistir, logo a seguir, ao despedimento do jornalista e ao fim da revista.

A lucidez que lhe permitiu passar incólume depois de apelar ao voto no filho, em pleno dia de eleições, nas últimas Autárquicas.

No final de uma vida de lucidez, o que resta a Mário Soares? Resta um punhado de momentos em que a lucidez vem e vai. Vem e vai. Vem e vai.

Vai.... e não volta mais."

Clara Ferreira Alves

Expresso