Passam os anos e Portugal fenece, cada vez mais, por via da acção de uma elite política corrupta, interesseira, “tachista”, oportunista e claramente criminosa, que vive num pântano de impunidades, cumplicidades, traições e intrigas.De tanto ver triunfar as nulidades; de tanto ver prosperar a desonra; de tanto ver crescer a injustiça; de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos biltres, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto "
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sábado, 30 de agosto de 2014
A MÁFIA PORTUGUESA...
Não admira que num país assim emerjam cavalgaduras, que chegam ao topo, dizendo ter formação, que nunca adquiriram, (Olá! camaradas Sócrates...Olá! Armando Vara...), que usem dinheiros públicos (fortunas escandalosas) para se promoverem pessoalmente face a um público acrítico, burro e embrutecido.
Este é um país em que a Câmara Municipal de Lisboa, em governação socialista, distribui casas de RENDA ECONÓMICA - mas não de construção económica - aos seus altos funcionários e jornalistas, em que estes últimos, em atitude de gratidão, passaram a esconder as verdadeiras notícias e passaram a "prostituir-se" na sua dignidade profissional, a troco de participar nos roubos de dinheiros públicos, destinados a gente carenciada, mas mais honesta que estes bandalhos.
Em dado momento a actividade do jornalismo constituiu-se como O VERDADEIRO PODER. Só pela sua acção se sabia a verdade sobre os podres forjados pelos políticos e pelo poder judicial. Agora continua a ser o VERDADEIRO PODER mas senta-se à mesa dos corruptos e com eles partilha os despojos, rapando os ossos ao esqueleto deste povo burro e embrutecido.
Para garantir que vai continuar burro o grande "cavallia" (que em português significa cavalgadura) desferiu o golpe de morte ao ensino público e coroou a acção com a criação das Novas Oportunidades.
Gente assim mal formada vai aceitar tudo, e o país será o pátio de recreio dos mafiosos.
A justiça portuguesa não é apenas cega. É surda, muda, coxa e marreca.
Portugal tem um défice de responsabilidade civil, criminal e moral muito maior do que o seu défice financeiro, e nenhum português se preocupa com isso, apesar de pagar os custos da morosidade, do secretismo, do encobrimento, do compadrio e da corrupção.
Os portugueses, na sua infinita e pacata desordem existencial, acham tudo "normal" e encolhem os ombros.
Por uma vez gostava que em Portugal alguma coisa tivesse um fim, ponto final, assunto arrumado.
Não se fala mais nisso. Vivemos no país mais inconclusivo do mundo, em permanente agitação sobre tudo e sem concluir nada.
Desde os Templários e as obras de Santa Engrácia, que se sabe que, nada acaba em Portugal, nada é levado às últimas consequências, nada é definitivo e tudo é improvisado, temporário, desenrascado.
Da morte de Francisco Sá Carneiro e do eterno mistério que a rodeia, foi crime, não foi crime, ao desaparecimento de Madeleine McCann ou ao caso Casa Pia, sabemos de antemão que nunca saberemos o fim destas histórias, nem o que verdadeiramente se passou, nem quem são os criminosos ou quantos crimes houve.
Tudo a que temos direito são informações caídas a conta-gotas, pedaços de enigma, peças do quebra-cabeças. E habituamo-nos a prescindir de apurar a verdade porque intimamente achamos que não saber o final da história é uma coisa normal em Portugal, e que este é um país onde as coisas importantes são "abafadas", como se vivêssemos ainda em ditadura.
E os novos códigos Penal e de Processo Penal em nada vão mudar este estado de coisas. Apesar dos jornais e das televisões, dos blogs, dos computadores e da Internet, apesar de termos acesso em tempo real ao maior número de notícias de sempre, continuamos sem saber nada, e esperando nunca vir a saber com toda a naturalidade.
Do caso Portucale à Operação Furacão, da compra dos submarinos às escutas ao primeiro-ministro, do caso da Universidade Independente ao caso da Universidade Moderna, do Futebol Clube do Porto ao Sport Lisboa Benfica, da corrupção dos árbitros à corrupção dos autarcas, de Fátima Felgueiras a Isaltino Morais, da Braga Parques ao grande empresário Bibi, das queixas tardias de Catalina Pestana às de João Cravinho, há por aí alguém que acredite que algum destes secretos arquivos e seus possíveis e alegados, muitos alegados crimes, acabem por ser investigados, julgados e devidamente punidos?
Vale e Azevedo pagou por todos?
Quem se lembra do miúdo electrocutado no semáforo e do outro afogado num parque aquático?
Quem se lembra das crianças assassinadas na Madeira e do mistério dos crimes imputados ao padre Frederico?
Quem se lembra que um dos raros condenados em Portugal, o mesmo padre Frederico, acabou a passear no Calçadão de Copacabana?
Quem se lembra do autarca alentejano queimado no seu carro e cuja cabeça foi roubada do Instituto de Medicina Legal?
Em todos estes casos, e muitos outros, menos falados e tão sombrios e enrodilhados como estes, a verdade a que tivemos direito foi nenhuma.
No caso McCann, cujos desenvolvimentos vão do escabroso ao incrível, alguém acredita que se venha a descobrir o corpo da criança ou a condenar alguém?
As últimas notícias dizem que Gerry McCann não seria pai biológico da criança, contribuindo para a confusão desta investigação em que a Polícia espalha rumores e indícios que não têm substância.
E a miúda desaparecida em Figueira? O que lhe aconteceu? E todas as crianças desaparecida antes delas, quem as procurou?
E o processo do Parque, onde tantos clientes buscavam prostitutos, alguns menores, onde tanta gente "importante" estava envolvida, o que aconteceu? Alguns até arranjaram cargos em organismos da UE.
Arranjou-se um bode expiatório, foi o que aconteceu.
E as famosas fotografias de Teresa Costa Macedo? Aquelas em que ela reconheceu imensa gente "importante", jogadores de futebol, milionários, políticos, onde estão? Foram destruídas? Quem as destruiu e porquê?
E os crimes de evasão fiscal de Artur Albarran mais os negócios escuros do grupo Carlyle do senhor Carlucci em Portugal, onde é que isso pára?
O mesmo grupo Carlyle onde labora o ex-ministro Martins da Cruz, apeado por causa de um pequeno crime sem importância, o da cunha para a sua filha.
E aquele médico do Hospital de Santa Maria, suspeito de ter assassinado doentes por negligência? Exerce medicina?
E os que sobram e todos os dias vão praticando os seus crimes de colarinho branco sabendo que a justiça portuguesa não é apenas cega, é surda, muda, coxa e marreca.
Passado o prazo da intriga e do sensacionalismo, todos estes casos são arquivados nas gavetas das nossas consciências e condenados ao esquecimento.
Ninguém quer saber a verdade.
Ou, pelo menos, tentar saber a verdade.
Nunca saberemos a verdade sobre o caso Casa Pia, nem saberemos quem eram as redes e os "senhores importantes" que abusaram, abusam e abusarão de crianças em Portugal, sejam rapazes ou raparigas, visto que os abusos sobre meninas ficaram sempre na sombra.
Existe em Portugal uma camada subterrânea de segredos e injustiças, de protecções e lavagens, de corporações e famílias, de eminências e reputações, de dinheiros e negociações que impede a escavação da verdade.
quarta-feira, 2 de julho de 2014
SÓ COM OS CRIMINOSOS POBRES É QUE NÁO SE PODE COMER À MESA...
As informações sobre o que se está a passar no GES, como o que nos últimos anos se veio a saber do BCP, e, andando um pouco mais para trás, toda a história ainda em curso do BPP e do BPN, mostram alguma coisa de consistente no comportamento de uma parte importante da elite político-financeira portuguesa.
O actual governo mereceu também da banca todos os elogios e retribuiu em espécie, impedindo que qualquer legislação que diminuísse os lucros da banca passasse no parlamento, ou ficando como penhor de bancos que em condições normais iriam à falência, mesmo numa altura em que já era difícil alegar crise sistémica. O governo actual manteve todas as práticas de co-governação com a banca e as instituições financeiras que já vinham do governo anterior, consolidando um efeito perverso, que não é apenas nacional, de permitir que os principais responsáveis pela crise dos últimos anos tivessem sido seus beneficiários principais.
Para além disso, mantém uma transumância de lugares e funções com a banca tanto mais reforçada quanto a sua relação com os “mercados” passava pela intermediação financeira quer em Portugal, quer fora, e a desertificação das chefias da função pública baseadas no mérito, atiradas para a rua pela demagogia do diminuir os “lugares de chefia”, entregou áreas importantes do estado a consultoras financeiras e à advocacia de negócios. Os incidentes com secretários de estado que vinham da banca e do sistema financeiro e que se transmutavam da venda de swaps para negociadores de swaps, mostraram essa promiscuidade. E as decisões revelam como ninguém quer beliscar uma banca de onde veio, onde pode voltar a ir. A decisão de não ir a tribunal em nenhum caso mais grave de acordos leoninos quanto a PPPs e contratos swap, foi um dos maiores presentes que o actual governo ofereceu à banca. Os provados que usaram a justiça, ganharam em toda a linha, o estado encolheu-se perdeu muito.
As privatizações reforçaram esta promiscuidade, favorecendo uma captura do estado pelos interesses financeiros sem comparação com o passado. No passado, havia interesses industriais, agrícolas, manufactureiros, comerciais que partilhavam com a banca essa proximidade com o estado, o governo e os partidos do “arco da governação”. Agora, mesmo sectores em que as operações financeiras são relevantes, como a distribuição, não tem nem de perto nem de longe a promiscuidade com o poder político que tem a banca e por isso podem com maior liberdade falar criticamente.
Outro aspecto crítico, também atirado para debaixo do tapete é o papel de elite cleptocrática angolana que se exerceu também em Portugal através de uma colaboração estreita com a banca portuguesa que não se importou de contar malas de dinheiro trazidas meio às escondidas, meio com a complacência e colaboração das autoridades portuguesas, e assim permitir uma penetração na economia portuguesa, na comunicação social e na política.
Outra das coisas que se vão sabendo é como a gestão dos bancos se fazia como se o dinheiro que lá estava fosse pertença dos seus donos, gestores, administradores e dos seus amigos, ao mesmo tempo que uma ríspida prepotência e intransigência é a norma de tratamento dos clientes e depositantes, a quem não se desculpa nada. Os milhares de casas, carros, empresas, bens que foram consumidos nesta voragem da “dívida”, que tornou famílias e pessoas solventes naquilo que nunca imaginaram que iam ser, insolventes, oferece um contraste flagrante com a prática reiterada de evasão e fuga fiscal dos mais ricos com dimensões muito significativas.
domingo, 8 de junho de 2014
Portugal está a ser, lentamente, entregue aos estrangeiros. Eu acho que os "Media" jogam os interesses de quem lhes paga, escamoteando a verdade.
Dizerem que os portugueses gostam mais do Costa do que de Seguro, é francamente uma anedota indiana.
O Camões assim o disse: "se vires um indiano e uma cobra, mata o indiano e deixa passar a cobra."
Esta expressão passou a ser "TABU" desde que Portugal entrou na era da "imigração".
Não há dúvida nenhuma de que o Costa é mais simpático do que o Seguro, mas daí até os portugueses morrerem de amores por ele, é uma ficção...
Até o português mais iletrado sabe que o Costa faz parte do "Gangue Socrático", que levou o País à bancarrota. E também toda a gente sabe que foi o PS, o partido que levou este Portugal à bancarrota 3 vezes. Se os portugueses não tiverem juízo, então que votem no PS, alternativamente no BE ou PCP...
O TC, agora apelidado de "Tribunal Comunista", deveria assumir que todos os partidos existentes em Portugal são inconstitucionais e, assim sendo, deveria decretar a sua abolição. Talvez Portugal se livrasse de bancarrotas, enriquecimentos ilícitos, corrupção, clientelismo, jobs for the boys, etc.,etc..
sábado, 7 de junho de 2014
EM ANGOLA A REPRESSÃO CONTINUA...
Repressão de
manifestação causa embaraço internacional a Angola
A principal agência de notícias internacional, Reuters, referiu o “espancamento e detenção de 20 pessoas”, que protestavam contra 3 mortes de ativistas pelas forças de segurança angolanas. Ao contrário dos manifestantes, nem polícia nem Ministério do Interior fizeram comentários.
No site Maka Angola, o activista Rafael Marques relata que os manifestantes tentaram concentrar-se no centro do Largo, onde se encontra a estátua do primeiro presidente de Angola, Agostinho Neto. A Comissão Administrativa da Cidade de Luanda (CACL) estaria informada da vigília de recordação do 27 de Maio de 1977, sob o lema “Chega de Chacinas”, mas não respondeu, o que foi interpretado como autorização.
Dá ainda conta da detenção de um jornalista durante duas horas. Relata ao pormenor o espancamento violento de jovens, com pormenores de crueldade. Fonte policial disse ao site que toda a operação de contra os detidos, no Comando da PIR, foi dirigida pelo ministro do Interior, Ângelo de Barros Veiga Tavares
Também a agência Bloomberg noticiou a “detenção e espancamento” de manifestantes, apontando para 19 indivíduos, citando um outro ativista. Dois manifestantes terão recebido tratamento médico e 3 desapareceram.
terça-feira, 3 de junho de 2014
O GIGANTESCO SAQUEIO DE UM PAÍS
Durante os últimos 25 anos, Portugal recebeu da UE 82 mil milhões de euros.
Na realidade só poucos milhares de portugueses é que açambarcaram este dinheiro, prejudicando todos os outros. A alta finança mancomunada com o poder político "comeram" essa massa toda. Como?
1. - Nos sobre-custos das auto-estradas e outras obras públicas (as famigeradas PPP);...
2. - Nas múltiplas fraudes no sistema de saúde;
3. - Nas acções de formação profissional falsas (desde as tipo Tecnoforma de Passos Coelho e Companhia até às da UGT e outros organismos) que só existiram no papel;
4.- Nos subsídios para a agricultura que só serviram para comprar Mercedes, BMW e veículos todo-o-terreno de luxo;
5.- Nas obras inúteis das autarquias feitas para enriquecer os empreiteiros que apoiam as campanhas eleitorais dos partidos de poder;
6.- Nos concursos viciados para fornecimento aos organismos públicos (desde parafusos a submarinos);
7.- Nas vendas fraudulentas de propriedades e bens do estado e de empresas públicas a interesses privados (sempre aos amigos do poder);
8.- Nos apoios a empresários e jovens empresários que foram parar directamente a offshores e que não criaram empregos nenhuns nem riqueza nenhuma;
9.- Em milhares outros pequenos e grandes esquemas usados para desviar o dinheiro do orçamento de Estado para interesses privados...
Essa gente responsável por este gigantesco saque faz parte do Povo, mas não é o Povo...
Nesta desgraçada história, o Povo só tem a culpa de se deixar comer porque não se sabe organizar para zelar pelos seus interesses e impedir estas máfias de roubar Portugal impunemente...
Zé-António Pimenta de França
sábado, 31 de maio de 2014
sexta-feira, 30 de maio de 2014
PCP - O BOTA-ABAIXO...
Não interessa se se governa bem ou mal; não interessa qual é o governo ou que partido está a governar...Simplesmente "BOTA-ABAIXO".
Nestas eleições europeias, o "bota-abaixo" PCP teve mais votos e o "bota-abaixo" BE levou porrada estrondosa...
O PCP levou mais votos e foram de origem PSD e CDS. Muitos dos habituais eleitores que votam no PSD e CDS, decidiram votar no PCP e desprezar o BE. A razão deste desprezo pelo BE tem a sua razão: é que, de facto, o BE não tem ponta por onde se lhe pegue. Os verdadeiros líderes deste partido, um já morreu outro saiu da liderança. O PCP é um partido que ainda tem simpatizantes devido ao ainda analfabetismo e ignorância de uma parte da população, sobretudo os idosos, que não têm qualquer visão sobre política e as suas consequências. Talvez daqui a 2 ou 3 décadas o PCP desapareça definitivamente. Isto por que, nessa altura, o cidadão, no geral, já terá outra educação/cultura e não se irá identificar com partidos do "bota--abaixo". Eu tive um cunhado que, após o 25 de Abril de 1974, abraçou o "comunismo" e era um militante ferrenho. Só que, passado uns meses, apercebeu-se de que, afinal, os camaradas queriam que ele dividisse os seus bens pelos camaradas, por que, diziam eles, os camaradas, que o comunismo era isso mesmo: todos tinham que ter o mesmo, independentemente de quem trabalhasse mais ou menos... Coitado do meu cunhado ! Fugiu antes que o deixassem em pelota ...
segunda-feira, 26 de maio de 2014
sexta-feira, 23 de maio de 2014
sábado, 17 de maio de 2014
sexta-feira, 16 de maio de 2014
PERGUNTAS NUNCA RESPONDIDAS NOS 40 ANOS DE “ABRIL”.
“O inconseguimento de eu estar num centro de decisão fundamental a PERGUNTAS NUNCA RESPONDIDAS NOS 40 ANOS DE ABRIL
O inconseguimento de eu estar num centro de decisão fundamental a que possa corresponder uma espécie de nível social frustracional derivada da crise”
Assunção Esteves,
Presidente da Assembleia da República
(TSF, em 7/1/2014)
Passados 40 anos após a última grande esquina da História de Portugal, já deveria ter havido o discernimento, o bom senso e a vontade (que deles deriva), de fazer uma análise histórica – nas suas diferentes dimensões, nomeadamente política, estratégia, económica/financeira, social e cultural – de todo o período abrangido e que englobasse, para facilidade de entendimento e exposição, três períodos distintos:
• O período da última fase do Estado Novo, por exemplo desde o início do consulado do Professor Marcello Caetano;
• O período que começa com a acção militar no dia 25/4/74 – suas causas e execução – e por todo o período conturbado, conhecido por “PREC” e termina em 25/11/75;
• O período posterior até aos dias de hoje, e suas consequências.
Como tal não foi feito (e o que foi feito deixa muito a desejar) e não será feito a breve trecho, vamos cingir-nos a elaborar um conjunto de questões, que falam por si, independentemente do juízo que se intente fazer sobre elas.
São também as respostas às perguntas formuladas, que ajudarão, um dia, a escrever a História que deve ficar para o futuro e não aquela que insistentemente nos têm vindo a inocular como se de uma lavagem ao cérebro se tratasse.
Aqui fica uma mão cheia delas:
1º- Quais as razões que justificam, à luz da Moral e do Direito, a queda pela força do regime deposto?
2º- Se o regime deposto foi tão mau, como alegado por tantos, porque nunca se julgaram os responsáveis vivos, pela sua existência e práticas (nem sequer à revelia)?
3º- Quais as principais razões, assumidas inicialmente pelo Movimento das Forças Armadas (MFA), para a execução do golpe de estado? Foram razões corporativas (isto é, do foro das FA)? Foi concretamente o Decreto-Lei 373/73 que espoletou o golpe? Foram razões políticas? Estratégicas? Sociais? Económicas? Quais e baseadas em quê? Foi por estarem cansados de fazerem a guerra?
4º- Que informação tinha o MFA sobre a “luz verde” dada (solicitada?) pelo “Grupo de Bildelberg” numa reunião ocorrida a 19/4/74, no Hotel D’Arbois, em Mégeve, nos Alpes Franceses, propriedade do Barão Edmond Rothschild, na qual, entre outros participou Joseph Luns – na altura, Secretário – Geral da NATO – não sendo por acaso que uma esquadra da Aliança fundeou na Barra de Lisboa no dia do golpe?
5º- Desde quando e porquê, o PCP passou a tomar parte no golpe? Desde o “ensaio” ainda mal explicado, das Caldas, a 16 de Março? Ou antes?
6º- O que fazia o General Costa Gomes enfiado com a mulher no Hospital Militar da Estrela, no dia 25/4/74?
7º- Porque é que o Chefe de Governo, Marcello Caetano, nunca deu ordens para conter o golpe e, à revelia do que estava previsto nos planos de contingência da altura, em vez de se dirigir para Monsanto, foi meter-se na “boca do lobo” do Quartel do Carmo? Porque recusou a fuga do mesmo, que lhe foi oferecida e era viável? O que quis negociar com o General Spínola?
8º- Porque é que 90% dos efectivos da PIDE/DGS (na área de Lisboa) decidiram, após o golpe, concentrar-se no local mais inverosímil para o fazerem, ou seja na própria sede?
9º- Porque é que até hoje nenhum governo português intentou uma acção, lógica e pertinente, que é a de solicitar ao governo da Federação Russa, a devolução ou, no mínimo a cópia, de toda a documentação desviada dos arquivos nacionais, nomeadamente da DGS, como não parece haver qualquer dificuldade em provar?
10º- Porque é que o MFA – autor do golpe – e a sua suposta cabeça dirigente, ou seja a, em cima-da-hora formada, Junta de Salvação Nacional (JSN), cometeu a imprudência de não terem declarado o “Estado de Sítio”, perdendo desse modo, e no próprio dia, o controlo da situação?
11º- Ou terá sido de propósito?
12º- Idem para a leviandade com que a nível militar se começaram a prender e a sanear uns aos outros, sem qualquer regra ou justiça, estilhaçando dessa forma a hierarquia, a disciplina e a organização das FA, sem as quais nada se podia levar a cabo? FA que, recorda-se, estavam em campanha em três frentes!
13º- Ou também foi de propósito?
14º- Como e porquê deixaram o Poder cair na rua, chegando-se ao ponto de colocar o país à beira da guerra civil, a qual se evitou “in extremis”, a 25/11/1975?
15º- Porque se deixou entrar no país e libertou das prisões, uma quantidade de gente de mau porte que, recorde-se, não estava presa por delito de opinião, mas incorria em crimes do foro militar, de delito comum e, até, de traição à Pátria, sem que os mesmos ficassem a bom recato à espera de julgamento?
16º- O “granel” desculpa e justifica tudo o que se possa passar?
17º- Como se pode intentar um golpe de estado num país que, não estando oficialmente em guerra com ninguém, conduzia extensas operações militares das quais dependia a salvaguarda de grande parte do seu território e populações, sem pensar muito maduramente no impacto que tal golpe podia ter naquilo que estava em jogo e era de longe, a questão mais importante e delicada em que toda a Nação estava envolvida?
18º- Porque é que os mentores do golpe (e seus seguidores) não conseguiram ou quiseram discernir e perceber, que a defesa do Ultramar era distinta – por nacional – da simples mudança de um regime ou sistema político?
19º- Porque se permitiu que a obsessão política pela conquista do Poder se sobrepusesse a questões fundamentais para o País (e ainda hoje assim acontece…) e se fizesse tábua rasa dos meios para atingir os fins, muitos deles estranhos à matriz histórica, estratégica e cultural de todo um povo?
20º- Como explicar, melhor dizendo, como compreender que o que foi pensado para o dia seguinte – que é a parte mais importante num golpe de estado, ou revolução – neste caso o que estava condensado no Programa do MFA e na Proclamação da JSN ao País – nunca se conseguiu pôr em prática?
Finalmente:
Como explicar que nenhum dos “3 Ds”, constantes do referido programa do MFA, a saber, “Descolonizar, Democratizar e Desenvolver” tenha sido cumprido, ou dito de outro modo, tenha seguido o seu curso, estando hoje o país que nos resta no perigeu do seu poder relativo, desde que Afonso Henriques individualizou o Condado e na iminência de desaparecer como entidade política autónoma e soberana, comunidade com identidade própria e até em vias de extinção como povo com características próprias (por via da demografia negativa, da emigração e imigração, só para citar estas)?
Ou seja, e em síntese por demais sintética:
1º- O “D” da descolonização resultou numa desgraça inominável e na maior vergonha histórica, desde 1128, cuja responsabilidade teremos que carregar como povo e sociedade organizada, para todo o sempre. Tendo, além dos que ficaram deste lado do mar, desgraçado sobretudo os portugueses dos territórios que abandonámos à sua sorte, os quais em vez de descolonizarmos – uma operação já de si aberrante, para a idiossincrasia da Nação Portuguesa, dadas as regras internacionais em vigor – entregámos nas mãos de forças marxistas, e só a essas.
Perdemos “apenas” e em pouco mais de um ano, cerca de 60% da população e 95% do território…
2º- O “D” da democratização está consubstanciado numa Constituição enorme, errada sob muitos pontos de vista, mal escrita, insensata e elaborada debaixo de condicionalismos vários. E, já agora, anti – democrática…
De tudo resultou uma confusão doutrinária de se ter considerado a Democracia em si mesmo, que ela não é, em vez de um meio para se atingir as três aspirações “utópicas” do Estado, a saber, Segurança, a Justiça e o Bem-Estar (por esta ordem); na ditadura da partidocracia (com a agravante de o espectro político estar apenas representado do “centro até à extrema esquerda”- terminologia serôdia que já devia ter desaparecido há muito), baseada em partidos medíocres.
Partidos donde emanam políticos cada vez mais impreparados, na sua maioria autênticos papagaios troca-tintas em que já ninguém acredita nem suporta. E que se blindaram no poder.
Partidocracia que degenerou rapidamente em plutocracia, “corruptocracia” e “bandalheirocracia”!
O fulcro da Democracia acaba por ser a representatividade. Pergunta-se, hoje em dia, quem se sente representado?
3º- Finalmente o “D” do desenvolvimento.
Portugal era um país que em 24/4/1974 tinha estabilidade económica, financeira, social, com uma administração financeira honesta e regrada; onde todas as instituições funcionavam; em que a economia crescia 7% ao ano (no Ultramar era mais); possuía a 6ª moeda mais forte do mundo, escorada e protegida por 850 toneladas de ouro e 50 milhões de contos; tinha acesso ao crédito que quisesse a juros baixos; gozava de pleno emprego.
Conseguia tudo isto, note-se, ao mesmo tempo que tinha 230.000 homens em armas, em quatro continentes e quatro oceanos, dos quais 150.000 permanentemente empenhados em operações de contra-guerrilha, em três teatros de operações distintos a milhares de quilómetros da sua base logística principal, com muito limitado apoio aliado e apenas com generais e almirantes portugueses.
Orgulhosamente só (frase por norma tirada do contexto).
E sem dever nada a ninguém.
Como explicar que um país nestas condições, 40 anos depois dos “amanhãs que cantam” e das mais floridas esperanças, esteja no actual estado de banca rota e muito “acompanhado” internacionalmente, por tantos países e instituições que nos desqualificam, publicamente, no concerto das Nações (até nos chamam “PIGS”)?
Esteja, também, ocupado politica, económica e, sobretudo, financeiramente, por uma “Troika” (que ninguém sequer conhece bem, ou o que representa), depois de já ter passado por duas outras grandes "aflições" financeiras (em 1978 e 1983), que obrigaram à intervenção do FMI; e depois da adesão à CEE, em 1986, ter entrado dinheiro no país à média de dois milhões de contos/dia, de fundos comunitários?!
E estamos hoje ainda a tentar evitar a banca rota à custa de sacrifícios de quem não é responsável maior por tudo o que se passou; deixando incólumes os responsáveis (que nem um pedido de desculpas se atrevem a dar), e da alienação contínua da soberania, das empresas, do património, da venda da própria terra e dando até início a um processo de prostituição colectiva, de que a outorga da nacionalidade a ricaços estranhos que queiram investir por cá algumas centenas de milhares é já exemplo eloquente!
Já me esquecia, estamos a sair da bancarrota à custa de fazermos mais empréstimos, com os quais ganhamos tempo para tentar pagar uma dívida e os juros da mesma – que ninguém sabe quanto é – mas que seguramente não iremos pagar nos próximos 100 anos…
Em que opróbrio de país nos tornámos?!
Foi para isto que se quis a tão decantada Liberdade – um conceito absoluto, porém de aplicação relativa – entusiasticamente tida como a principal conquista de Abril?
Ao fim de 40 anos celebra-se o quê?
João José Brandão Ferreira
Cidadão Português (nada, mesmo nada, satisfeito)
(Beneficiário nº 11337317689 da CGA)
EXERCÍCIOS NA BARRA FIXA...
Se desejam aumentar os seus bíceps. Muito simples, braços aproximados um do outro, mãos em supinação, juntando os cotovelos com as costelas. Contraem as costas e ao elevar, e recomendável olhar em direcção ao pulso. Ao atingir o topo, tentam tocar a barra com o peito e manter alguns segundos nessa posição.
segunda-feira, 12 de maio de 2014
SAIBA COMO É ROUBADO TODOS OS DIAS
O Problema deste Portugal é que depois do golpe de estado em 25 de Abril de 1974, em que o objetivo das FA era sacar mais privilégios e mordomias ao Estado, pagos pelos cidadãos, formou-se uma elite cleptomaníaca que tomou conta do nosso cavalo lusitano, e é ela que o põe a saltar por cima de obstáculos que impeçam a corrupção, o enriquecimento ilícito, os golpes, os compadrios, os jobs for the boys, etc.. É esta elite corrupta e criminosa que nos tem desgovernado todos estes anos, - 39 anos - - que está instalada nos grandes grupos económicos e financeiros; nos governos; nos partidos; nas autarquias; na função pública; nas corporações de médicos, engenheiros, juízes e magistrados; sindicatos, etc.. Os membros desta elite circulam por todo o sistema: hoje trabalham em grandes empresas, amanhã estão nos bancos, depois vão para o governo; voltam para as grandes empresas públicas e privadas; regressam aos bancos, governo e por aí fora... No fim de uma vida todas as famílias desta "máfia" criada depois do 25 de Abril de 1974, ficam podres de ricas e passam a pasta aos seus descendentes até à eternidade. A Plebe, limita-se a produzir para estes FDP com letra grande, comendo a côdea da broa que o Diabo amassou, contando sempre os tostões para que ela não falte no dia seguinte... Sempre foi assim, desde os primórdios da vida, e sempre assim será, até à eternidade...
quinta-feira, 8 de maio de 2014
quarta-feira, 7 de maio de 2014
sábado, 19 de abril de 2014
quinta-feira, 17 de abril de 2014
OS CAPITÃES DE ABRIL...
quinta-feira, 10 de abril de 2014
MALFEITORES (DES) GOVERNAM PORTUGAL COM O APOIO DA JUSTIÇA...
É OBRIGATÓRIO PARTILHAR PARA QUE TODOS SAIBAM DE UMA VEZ POR TODAS O PAÍS EM QUE VIVEMOS. A MÁFIA FINANCEIRA PROTEGE-SE. SÃO INTOCÁVEIS. A MAIOR FRAUDE FINANCEIRA DE SEMPRE EM PORTUGAL ACABA ASSIM. COM MILHARES DE MILHÕES DESAPARECIDOS, COM O DINHEIRO DOS CONTRIBUINTES A TAPAR O BURACO E....COM OS RESPONSÁVEIS MÁXIMOS PELA POUCA VERGONHA...ABSOLVIDOS! É este o nosso Portugal. é isto que a MÁFIA FAZ.
Troika? Esforço do povo? Pensem. Tribunal absolve Oliveira e Loureiro no caso BPN 20 setembro 201159 comentários Juíza considera tribunal comum incompetente para apreciar acção do BPN contra Oliveira e Costa, Dias Loureiro e outros ex-responsáveis do grupo. O "Correio da Manhã" escreve que o processo cível do BPN contra vários ex-administradores do antigo Grupo BPN/SLN sofreu um revés no início deste mês: a juíza do processo considerou que a acção é da competência dos tribunais do comércio, argumento que fora apresentado pela defesa dos réus, e absolveu na primeira instância Oliveira e Costa, Dias Loureiro e outros antigos responsáveis do Grupo BPN/SLN. "Julgo procedente a excepção da incompetência das varas cíveis em razão da matéria quanto aos pedidos de condenação dos réus a pagar (BPN) a indemnização e, consequentemente, absolvo da instância os réus", pode-se ler no despacho da juíza. Segundo apurou o jornal, a administração do BPN já recorreu da decisão para o Supremo Tribunal de Justiça que irá agora decidir se a indemnização será apreciada por um tribunal comum ou pelo Tribunal de Comércio de Lisboa. Em causa está um pedido de indemnização do BPN de 42 milhões de euros.
sábado, 5 de abril de 2014
sábado, 29 de março de 2014
sexta-feira, 28 de março de 2014
CARTA A UMA GERAÇÃO ERRADA
quinta-feira, 8 de março de 2012
O destino das gerações vindouras
Se bem percebi a discussão do programa " Prós e Contras " desta segunda-feira dia 5 de Março de 2012, tudo indica que as gerações vindouras terão que estar preparadas para emigrar .
A maioria dos entrevistados do painel argumentava de que os jovens têm de estar preparados para emigrar para outros países com desenvolvimento económico, e não ficar à espera que os governantes portugueses façam milagres...
Fez-se de uma alternativa "emigrar" uma solução ou seja: não há mais nada a fazer nesta terra senão emigrar.
É claro que os convidados da plateia prostestaram veementemente, argumentando que o problema da falta de crescimento económico em Portugal é devido às incompetência e desonestidade dos sucessivos governos, depois do 25 de Abril...
Há países mais pequenos que Portugal, que têm uma economia saudável e o seu povo um padrão de vida dos melhores do mundo.
A desculpa esfarrapada que Portugal é pobre por que é pequeno, é de quem não tem justificação para o sempre constante empobrecimento e as frequentes bancarrotas a que os sucessivos governos levam o País.
A impunidade dos governantes leva a que todos eles enriqueçam ilicitamente, criando empregos dentro do Estado para as famílias e amigos, e criando Leis para proteger os interesses instalados que são um dos cancros deste Portugal que está cada vez mais moribundo...
Portugal é gerido por uma "elite" corrupta, interesseira e incompetente. Os verdadeiros gestores, com capacidade para pôr este Portugal no topo dos melhores, são escorraçados e desprezados por esta elite de malfeitores.
A nossa justiça também faz parte do sistema corrupto. Os tubarões roubam, matam, violam crianças, etc., e quando algum é processado criminalmente, não passa de uma cena de teatro para tapar os olhos ao cidadão, por que o processo arrasta-se até à sua prescrição...
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
A REVOLUÇÃO DA CIDADANIA...
continue a fazer de nós parvos, dizendo com ar sonso que não sabe em que mais
cortar.
Acabou o recreio!
Se todos vocês reencaminharem como eu faço, ao fim do dia seremos centenas de milhar de "olhos mais bem abertos".Orçamento do Estado
Todos os ''governantes'' [a saber, os que se governam...] de Portugal falam em cortes das despesas, mas não dizem quais, e aumentos de impostos, a pagar pela malta
Não ouvi foi nenhum governante falar em:
. Reduzir as mordomias (gabinetes, secretárias, adjuntos,
assessores, suportes burocráticos respectivos, carros, motoristas, etc.) dos
três Presidentes da República retirados.
. Redução dos deputados da Assembleia da República e seus gabinetes, profissionalizando-os como nos países a sério. Reforma das mordomias na Assembleia da República, como almoços
opíparos, com digestivos e outras libações,tudo à custa do pagode
.
Acabar com os milhares de Institutos Públicos e Fundações Públicas que não
servem para nada e têm funcionários e administradores com 2º ou 3º
emprego.
. Acabar com as empresas Municipais, com Administradores a
auferir milhares de euros mês e que não servem para nada, antes acumulam funções
nos municípios, para aumentarem o bolo salarial respectivo.. Redução drástica
das Câmaras Municipais e Assembleias Municipais, numa reconversão mais feroz que
a da Reforma do Mouzinho da Silveira, em 1821, etc
. Redução drástica das Juntas de Freguesia.
. Acabar com o pagamento de 200 € por presença de
cada pessoa nas reuniões das Câmaras e 75 € nas Juntas de
Freguesia
Acabar com o Financiamento aos Partidos. Que devem viver da
quotização dos seus associados e da imaginação que aos outros exigem para
conseguirem verbas para as suas actividades
. Acabar com a distribuição de carros a Presidentes, Assessores, etc, das Câmaras, Juntas, etc., que se
deslocam em digressões particulares pelo País.
. Acabar com os motoristas particulares 20 h/dia, com o agravamento das horas extraordinárias... para
servir suas excelências, filhos e famílias, e até os filhos das amantes....
Acabar com a renovação sistemática de frotas de carros do Estado e entes
públicos menores, mas maiores nos dispêndios públicos.
. Colocar chapas de identificação em todos os carros do Estado. Não permitir de modo algum que
carros oficiais façam serviço particular tal como levar e trazer familiares e
filhos às escolas, ir ao mercado a compras, etc. Acabar com o vaivém semanal dos
deputados dos Açores e Madeira e respectivas estadias em Lisboa em hotéis de
cinco estrelas pagos pelos contribuintes que vivem em tugúrios
inabitáveis...
.. Controlar o pessoal da Função Pública (todos os
funcionários pagos por nós) que nunca está no local de trabalho. Então em Lisboa
é o regabofe total. HÁ QUADROS QUE, EM VEZ DE ESTAREM NO SERVIÇO PÚBLICO, PASSAM O TEMPO NOS SEUS ESCRITÓRIOS DE ADVOGADOS A CUIDAR DOS SEUS INTERESSES, QUE NÃO NOS DA COISA PÚBLICA...
. Acabar com as administrações numerosíssimas de
hospitais públicos que servem para garantir tachos aos apaniguados do poder - há
hospitais de província com mais administradores que pessoal administrativo. Só o
de PENAFIEL TEM SETE ADMINISTRADORES PRINCEPESCAMENTE PAGOS... pertencentes ás oligarquias locais do partido no poder...
. Acabar com a internet nas repartições públicas (Câmaras, Hospitais e demais locais de trabalho), acesso só em local próprio e por requisição, ficando sob controlo e registado o que o
funcionário fez. Se quiserem andar no Facebook, MSN, Google, etc.,
façam-no em casa e a expensas próprias que não ás custas do
contribuinte.
. Acabar com os milhares de pareceres jurídicos, caríssimos, pagos sempre aos mesmos escritórios que têm canais de comunicação fáceis com o Governo no âmbito de um tráfico de influências que há que
criminalizar, autuar, julgar e condenar..
. Acabar com as várias reformas por pessoa, de entre o pessoal do Estado e de entidades privadas, que passaram fugazmente pelo Estado.
. Pedir o pagamento dos milhões dos empréstimos
dos contribuintes ao BPN e BPP.
. Perseguir os milhões desviados por Rendeiros, Loureiros e quejandos, onde quer que estejam.
. E por aí fora.
Recuperaremos depressa a nossa posição, sobretudo a credibilidade tão abalada
pela corrupção que grassa e pelo desvario dos dinheiros do Estado .
. Já estamos cansados, fica assim.
. Expliquem porque o Presidente da
Assembleia da República tem ao seu dispor dois automóveis (de serviço).
Deve ser um para a "pasta" e outro para a "lancheira...
domingo, 28 de novembro de 2010
A CORJA DE LADRÕES...

Lista de Aposentados no ano de 2005 (Janeiro a Novembro)
com pensões de luxo (mas em 2006 a lista continua imparável!): pode ser consultado em: http://www.cga.pt/publicacoes.asp?O=3
JANEIRO
Ministério da Justiça
€5380.20 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
MARÇO
Ministério da Justiça
€7148.12 Procurador-Geral Adjunto Procuradoria-Geral República
€5380.20 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
€5484.41 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
€5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
Empresas Públicas e Sociedades Anónimas
€6082.48 Jurista 5 CTT Correios Portugal SA
ABRIL
Ministério da Justiça
€5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
€5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
€5338.40 Procurador-geral Adjunta Procuradoria-Geral República
Antigos Subscritores
€6193.34 Professor Auxiliar Convidado
MAI0
Ministério da Justiça
€5663.51 Juiz Conselheiro Conselho Superior Magistratura
€5498.55 Procurador-Geral Adjunto Procuradoria-Geral República
€5460.37 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
€5663.51 Juiz Conselheiro Conselho Superior Magistratura
€5338.40 Procuradora-Geral Adjunta Procuradoria-Geral República
€5663.51 Juiz Conselheiro Conselho Superior Magistratura
JUNHO
Ministério da Justiça
€5663.51 Juiz Conselheiro Supremo Tribunal Administrativo
€5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
€5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
€5663.51 Juiz Conselheiro Conselho Superior Magistratura
JULHO
Ministério da Justiça
€5182.91 Juiz Direito Conselho Superior Magistratura
€5182.91 Procurador República Procuradoria-Geral República
€5307.63 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
€5498.55 Procurador-Geral Adjunto Procuradoria-Geral República
AGOSTO
Ministério da Justiça
€5173.46 Conservador Direcção Geral Registos Notariado
€5173.46 Conservadora Direcção Geral Registos Notariado
€5173.46 Conservador Direcção Geral Registos Notariado
€5173.46 Notário Direcção Geral Registos Notariado
€5173.46 Conservador Direcção Geral Registos Notariado
€5663.51 Juiz Conselheiro Conselho Superior Magistratura
€5663.51 Juiz Conselheiro Conselho Superior Magistratura
€5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
€5043.12 Notária Direcção Geral Registos Notariado
€5173.46 Conservador 1ª Classe Direcção Geral Registos Notariado
€5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
€5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
€5027.65 Conservador Direcção Geral Registos Notariado
€5663.51 Juiz Conselheiro Conselho Superior Magistratura
€5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
€5173.46 Conservador Direcção Geral Registos Notariado
€5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
€5173.46 Notário Direcção Geral Registos Notariado
€5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
€5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
€5159.57 Conservador Direcção Geral Registos Notariado
€5173.46 Notária Direcção Geral Registos Notariado
€5173.46 Ajudante Principal Direcção Geral Registos Notariado
€5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
€ 5173.46 Notário 1ª Classe Direcção Geral Registos Notariado
€5173.46 Notária Direcção Geral Registos Notariado
SETEMBRO
Ministério dos Negócios Estrangeiros
€7284.78 Vice-Cônsul Principal Secretaria-Geral (Quadro Externo)
€6758.68 Vice-Cônsul mdash; Secretaria-Geral (Quadro Externo)
Ministério da Justiça
€5663.51 Juiz Conselheiro mdash; Conselho Superior Magistratura
€5498.55 Juiz Desembargador mdash; Conselho Superior Magistratura
€5498.55 Juiz Desembargador mdash; Conselho Superior Magistratura
Ministério da Educação
€5103.95 Presidente Conselho Nacional Educação
OUTUBRO
Ministério da Justiça
€5498.55 Procurador-Geral Adjunto Procuradoria-Geral República
NOVEMBRO
Ministério dos Negócios Estrangeiros
€7327.27 Técnica Especialista Secretaria-Geral (Quadro Externo)
Tribunal de Contas
€5663.51 Presidente
Ministério da Justiça
€5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
€5663.51 Juiz Conselheiro Conselho Superior Magistratura
€5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
€5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
€5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior
€5015.16 Professor Coordenador Inst Superior Engenharia Lisboa
Boas Vidas!!!
Mas nem tudo vai mal nesta nossa República (Pelo menos para alguns)
Com as eleições legislativas de 20/Fevereiro, metade dos 230 deputados não foram reeleitos. Os que saíram regressaram às suas anteriores actividades. Sem, contudo saírem tristes ou cabisbaixos. Quando terminam as funções, os deputados e governantes têm o direito, por Lei (feita e aprovada por eles) a um subsídio que dizem de reintegração:
- um mês de salário (3.449 euros) por cada seis meses de Assembleia ou governo.
Desta maneira um deputado que tenha desempenhado as suas funções durante uma Legislatura recebe seis salários (20.694 euros). Se o tiver sido durante 10 anos, recebe vinte salários ( 68.980 euros).
Feitas as contas aos deputados que saíram, o Erário Público desembolsou mais de
2.500.000 euros.
No entanto, há ainda aqueles que têm direito a subvenções vitalícias ou pensões de
reforma ( mesmo que não tenham 60 anos). Estas são atribuídas aos titulares de
cargos políticos com mais de 12 anos.
Entre os ilustres reformados do Parlamento encontramos figuras como:
Almeida Santos.......................... 4.400, euros;
Medeiros Ferreira....................... 2.800, euros;
Manuela Aguiar.......................... 2.800, euros;
Pedro Roseta............................ .2.800, euros;
Helena Roseta........................... 2.800, euros;
Narana Coissoró……………….........2.800, euros;
Álvaro Barreto............................3.500, euros;
Vieira de Castro......................... 2.800, euros;
Leonor Beleza…………………......... 2.200, euros;
Isabel Castro............................. 2.200, euros;
José Leitão................................. 2.400, euros;
Artur Penedos............................ 1.800, euros;
Bagão Félix................................ 1.800, euros.
Quanto aos ilustres reintegrados, encontramos, por exemplo, os seguintes ex-deputados:
Luís Filipe Pereira . 26.890, euros / 9 anos de serviço;
Paulo Pedroso ........48.000, euros / 7 anos e meio de serviço
David Justino ..........38.000, euros / 5 anos e meio de serviço;
Mª Carmo Romão ... 62.000, euros / 9 anos de serviço;
Luís Nobre Guedes . 62.000, euros / 9 anos e meio de serviço.
A maioria dos outros deputados que não regressaram estiveram lá somente
na última legislatura, isto é, 3 anos, foi o suficiente para terem recebido cerca
de 20.000, euros cada .
É ESTA A CLASSE POLÍTICA QUE TEM A LATA DE PEDIR SACRIFÍCIOS AOS PORTUGUESES PARA DEBELAR A CRISE!...
MAS... HÁ MAIS !!!
Apesar de ter apenas 50 anos de idade e de gozar de plena saúde, o socialista VASCO FRANCO, número dois do PS na Câmara de Lisboa durante as presidências de Jorge Sampaio e de João Soares, está já reformado. A pensão mensal que lhe foi atribuída ascende a 3.035 euros (608 contos), um valor bastante acima do seu vencimento como vereador.
A generosidade estatal decorre da categoria com que foi aposentado – técnico
superior de 1ª classe, segundo o «Diário da República» - apesar de as suas habilitações literárias se ficarem pelo antigo Curso Geral do Comércio, equivalente ao actual 9º ano de escolaridade.
A contagem do tempo de serviço de Vasco Franco é outro privilégio raro, num país que pondera elevar a idade de reforma para os 68 anos, para evitar a ruptura da Segurança Social.
O dirigente socialista entrou para os quadros do Ministério da Administração Interna em 1972, e dos 30 anos passados só ali cumpriu sete de dedicação exclusiva; três foram para o serviço militar e os restantes 20 na vereação da Câmara de Lisboa, doze dos quais a tempo inteiro. Vasco Franco diz que é tudo legal e que a lei o autoriza a contar a dobrar 10 dos 12 anos como vereador a tempo inteiro.
Triplicar o salário. Já depois de ter entregue o pedido de reforma, Vasco Franco foi convidado para administrador da Sanest, com um ordenado líquido de 4000 euros mensais (800 contos). Trata-se de uma sociedade de capitais públicos, comparticipada pelas Câmaras da Amadora, Cascais, Oeiras e Sintra e pela empresa Águas de Portugal, que gere o sistema de saneamento da Costa do Estoril. O convite partiu do reeleito presidente da Câmara da Amadora, Joaquim Raposo, cuja mulher é secretária de Vasco Franco na Câmara de Lisboa. O contrato, iniciado em Abril, vigora por um período de 18 meses.
A acumulação de vencimentos foi autorizada pelo Governo mas, nos termos do acordo, o salário de administrador é reduzido em 50% - para 2000 euros - a partir de Julho, mês em que se inicia a reforma, disse ao EXPRESSO Vasco Franco.
Não se ficam, no entanto, por aqui os contributos da fazenda pública para o bolo salarial do dirigente socialista reformado. A somar aos mais de 5000 euros da reforma e do lugar de administrador, Vasco Franco recebe ainda mais 900 euros de outra reforma, por ter sido ferido em combate (!?) em Moçambique já depois do 25 de Abril (??), e cerca de 250 euros em senhas de presença pela actuação como vereador sem pelouro.
Contas feitas, o novo reformado triplicou o salário que auferia no activo, ganhando agora mais de 1200 contos limpos. Além de carro, motorista, secretária, assessores e telemóvel.
É BOM QUE TODOS SAIBAM COMO SE GOVERNA QUEM NOS GOVERNA.
MAS HÁ MUITO MAIS....
Vamos dar um basta e reagir como gente grande dizendo um grande
BASTA!
Não se esqueça destes detalhes, pode ser que venham a ser precisos um dia....
domingo, 10 de outubro de 2010
ADIVINHA QUEM É O AMIGO DE CAVACO, DO PSD E DE CABO VERDE ?
A ADIVINHA DO DIA
0 - Tem um processo em curso de investigação
1 - Negou coisas que o seu chefe disse
2 - Esteve muito ligado ao PSD
3 - Sabe fazer umas cantarolas
4 - Também sabe jogar golfe
5 - Desde há uns meses nunca mais se ouviu falar dele
De quem falamos ????
(...ver resposta abaixo ...)
Resposta:
- DIAS LOUREIRO!...
A viver actualmente à grande e à fartazana em Cabo Verde,saboreando umas mulatinhas de olhos verdes...
É o dono do maior Resort Turístico da Ilha do Sal...
( ... é aquela ilha, daquele país africano onde o BPN criou umas "sucursais" e um banco mais ou menos virtual, com que se faziam umas operações de lavagem e fugas ao fisco, etc. etc... )
PS: ALGUÉM O VÊ NA NOSSA IMPRENSA ? COMEM TODOS DA MESMA GAMELA... PQOP
O que nos leva a pensar tal esquecimento..?
Como vêem é fácil fazer esquecer um roubo
superior a mais de 4 mil milhões de euros,
quando se tem amigos...por todo o lado...
até em Belém!
















Eu gostava de saber que jogo de semântica é este dos políticos que não sabem fazer mais nada do que fazer jogos de semântica para enganar toda a gente. Será que ter mais 1 deputado do que o PSD/CDS é ter uma vitória estrondosa, ao ponto de o governo se sentir chegado ao fim ? Nas eleições de 2009 o PS teve 44% nas europeias e nestas teve apenas 31,46%. O presente governo teve que impor medidas drásticas para sair da m.e.r.d.a. em que o PS deixou o País e o presente governo apenas teve menos um deputado em relação ao PS. Afinal, o que é que o PS ganhou ? Perdeu 13,46% dos votos em relação a 2009 e ganhou apenas mais um deputado em 2014. Mas que grande vitória !!!!!
E se estes "políticos", sem exceção, fossem todos apanhar no "ass" ? Eu digo sem exceção por que são todos iguais, ou seja: jogam todos na semântica só para enganar o povo.
Senhor Seguro e Snrs Líderes de todos os partidos: o povo está farto das vossas incompetências, desonestidades, roubalheiras e jogos de semântica...
Os 66,3% de abstenção quer dizer que o povo está-se borrifando para todos vós, pois sois todos a mesma "shit". Vocês sois a escória da humanidade