Há 1 ano
Vê as tuas memóriaschevron-rightPassam os anos e Portugal fenece, cada vez mais, por via da acção de uma elite política corrupta, interesseira, “tachista”, oportunista e claramente criminosa, que vive num pântano de impunidades, cumplicidades, traições e intrigas.De tanto ver triunfar as nulidades; de tanto ver prosperar a desonra; de tanto ver crescer a injustiça; de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos biltres, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto "
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sexta-feira, 20 de setembro de 2019
sexta-feira, 6 de setembro de 2019
Portugueses na África do Sul preocupados com onda de violência em Joanesburgo
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Pilhagem, um possível assassinato e xenofobia estão a motivar os portugueses na África do Sul a sair de Joanesburgo. Violência chegou à Nigéria e Moçambique. Governo português pede cautela.

Os ataques são dirigidos a imigrantes de outros países africanos, mas estão a preocupar os portugueses
D.R.
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Há portugueses a abandonar Joanesburgo, a maior cidade de África do Sul, por precaução na sequência da onda de violência que está a opor residentes sul-africanos e os imigrantes de outros países do continente. Em conversa com o Observador, uma portuguesa residente na Cidade do Cabo que preferiu não ser identificada diz que “a violência ainda está contida em Joanesburgo” mas que há receio que alastre a outras cidades do país: “Joanesburgo nunca foi uma cidade muito segura e isto foi a gota de água para muita gente”, argumenta.
Em declarações à RTP, Augusto Santos Silva, ministro dos Negócios Estrangeiros, garantiu que “a comunidade portuguesa não tem sido vítima destes incidentes, nem no que diz respeito à segurança das pessoas nem dos bens” e que “o senhor cônsul geral não recebeu nenhum pedido de apoio específico de portugueses” em Joanesburgo — uma cidade onde vivem 68 mil portugueses.
Ainda assim, o Portal das Comunidades Portuguesas do Ministério dos Negócios Estrangeiros publicou esta quarta-feira um aviso a dar conta dos “distúrbios em várias zonas” da África do Sul: “Devem ser, sobretudo, evitadas as zonas em que se constatem aglomeração de populares ou manifestações políticas. Assim sendo, apela-se a todos os visitantes que evitem movimentações nas áreas sob risco, nomeadamente que sejam anunciadas pela Polícia sul africana; os hotéis deverão ter informação dos alertas da Polícia, bem como os órgãos de comunicação social”.
Num vídeo a que o Observador teve acesso pode ver-se um grupo de pessoas a saltar do topo de uma fábrica em chamas na tentativa de fugir ao fogo. Noutro vídeo, que pode ver aqui em baixo, as imagens mostram várias colunas de fumo e edifícios em chamas nas margens de uma estrada no centro de Joanesburgo. Há registo de pilhagens contra estrangeiros e o caso de um civil assassinado possivelmente na sequência desta onda de violência, conta a Agência Lusa.
De acordo com a portuguesa ouvida pelo Observador, os ataques xenófobos de residentes sul-africanos aos imigrantes de outros países de África já têm provocado tensões em Joanesburgo desde 2008. Mas os conflitos eclodiram este fim de semana “sobretudo porque os estrangeiros começaram a responder aos ataques na mesma moeda”: “Aqui há muito moçambicanos, muitos angolanos, muitos nigerianos. Isto parece quase uma luta de tribos. Ao início, eram atacados por xenofobia. Depois começaram a responder aos ataques”, descreveu.
Isso está a acontecer até mesmo fora de África do Sul. Um vídeo enviado por um português em Maputo mostra o discurso de um funcionário moçambicano a condenar os ataques que têm afetado os seus conterrâneos na África do Sul: “Aqui, os sul-africanos andam livremente e fazem o que quiserem. Nós não queremos saber. Mas, com esta situação na África do Sul, não podemos permitir porque está a sair do controlo. Somos todos países amigos. Vamos mandar-vos uma mensagem, sul-africanos. Não estamos a gostar desta m**** que está a acontecer. Se fizermos aos sul-africanos aqui o que nos estão a fazer lá, como é que se vão sentir?”.
Em Lagos, a maior cidade da Nigéria, os imigrantes sul-africanos começam a sofrer represálias por causa das manifestações anti-imigração na África do Sul. Num vídeo, um sul-africano explica que estava a tentar fazer compras num centro comercial quando lhe mandaram ir embora por causa da sua nacionalidade. “Esta é a resposta à xenofobia na África do Sul. Os manifestantes bloquearam as entradas do ShopRite [uma loja] e ouviram-se tiros. As coisas estão a ficar muito feias na Nigéria por causa daquilo que está a acontecer na África do Sul. As pessoas estão a fugir. As coisas não estão bem. Estão a dizer aos sul-africanos para irem embora”.
Segundo Augusto Santos, esta onda de violência tem raízes nas “manifestações espontâneas de natureza social ligada a questões de desemprego e às condições de vida”. Isso conduziu a uma “dimensão xenófoba, de os alvos de violência incluírem propriedades de pessoas ou empresas estrangeiras, designadamente nigerianos”, explica o ministro. Agora, o problema escalou ainda mais e há “redes criminosas a aproveitarem-se desta instabilidade”.
Ainda esta quarta-feira, a Confederação das Associações Económicas (CTA), a maior entidade patronal moçambicana, pediu uma intervenção para acabar com a violência xenófoba que se regista na África do Sul: “Dada a situação que prevalece na África do Sul, o setor privado apela para uma intervenção urgente dos governos de modo a pôr fim a estes tumultos”, disse Castigo Nhamane, vice-presidente da CTA, em conferência de imprensa”.
As declarações da CTA chegam pouco depois de Muhammadu Buhari, presidente da Nigéria, ter enviado um representante do governo à África do Sul para “expressar o descontentamento nigeriano pelo tratamentos dos seus cidadãos”. A embaixada da Etiópia no país também pediu cautela aos imigrantes e aconselhou os etíopes “a distanciarem-se de qualquer confronto ou conflito”. O ministro dos Transportes da Zâmbia desaconselhou viagens à África do Sul.
terça-feira, 3 de setembro de 2019
This is What The 21st Century European Will Look Like
by Borna
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It is interesting that when migrants are perishing in the Mediterranean as during these past weeks for example, the finger is pointed at people, like Salvini, who seek just one thing: the rule of law, except for those who are escaping life-threatening or any other danger. But no one points the finger at those who create chaos, at the people traffickers and NGOs.
These last ones are, by definition, the good guys and girls, and those who seek the rule of law, because 90% of the migrants without documents are economic migrants, are the bad guys. Since NGOs that deal with climate change already have their saint, virgin and martyr, little Gretta,a sick child (autism), so the NGOs who deal with ferrying migrants into Europe on the backs of the ever-poorer Italians, have as well gotten their saint in the NGO calendar, ship captain and member of Sea Watch, Carol Rackete.
About her, this NGO saint who has given all of herself to saving the downtrodden of the world, little is known, but I consider her a model European of the near future, which will be created by the violent and criminal mixing of races, as well as the ideology of consumerism in which can be surmised all so-called “European Values”.
But before we describe Carol Rackete on the basis of what she has said about herself, let us see who funds her organisation. Even though Soros is mentioned in these kinds of cases constantly, this time that isn’t true. The single biggest contributor is the German Evangelical Church, behind it are various members and sympathisers of “Green” parties.
The Catholic Church of Germany has joined in too, in the character of the favourite cardinal of Pope Francis, the Archbishop of Munich Marx. But, just as adds for dishware on TV, along buying a set of pots you get a set of knives for free, surprise.
In this case of the funding of the NGO Sea Watch the surprise is called Millî Görüş. No, that is not a name or surname, that is the name of a Turkish Islamist organisation (“National Vision” in translation) which, in Europe, counts some 500 thousand members. Their influence, especially in Germany, is based on the financing of mosques and Islamic centers as well as the spreading of radical Islamic political vision. One of its chief ideologues and founders is Necmettin Erbakan, who died eight years ago, but his dire words still live on. I quote Erbakan: ” Europe is sick, and we have to give them the right cure – all of Europe will become Islamic. We will conquer Rome as well.” How? With weapons as was the case during the two prior invasions in history?
No, with the helps of useful idiots like Carol and the abuse of human rights, which he surmised in the sentence: “We will conquer you through your laws”. Because of all this, last year, the Islamist organisation Millî Görüş came into conflict with Austrian Chancellor Sebastian Kurzwho banished about 60 imams and closed down 7 mosques which had been radicalizing young Muslims, even those of the second generation.
There’s no joking with Kurz, but, sadly, in other European countries they ignore this powerful and numerous organisation, media hardly write about it. So we have come to the paradox of an Islamist organisation along with the German Evangelical and Catholic Church and an ever-stronger grouping of green parties funding our Carol Rackete and her organisation and ship.
Rackete is the model of the coming European, void of roots, void of anything, void of identity. Here is what she has said about herself, from the Italian Corriere della Sera to the Spanish El Pais. She is, she says, hounded by a guilty conscience for being a European because she grew up in prosperity, as opposed to the people of the so-called Third World, and for this Europe is guilty, so her activism is her way of clearing her guilty conscience because of criminal Europe.
Although a German, she does not feel German, but European. She is apolitical, but she wants “more Europe” because nations are the sources of evil. She claims she has no fixed home. Borders she considers stupid, and the history of Europe but a history of evil. Naturally, she is a fan of Gretta, environmentally conscious. Not only does this saint save migrants, she is saving Earth too, so she is a member of the group Extinction Rebellion “where we are fighting climate change … so I didn’t go to China by plane but by train.
No roots has she, constantly is she travelling and saving this and that. Human right are above positive laws and everyone from the Islamic world and without documents has the right, even though not fleeing war or poverty, to come to Europe and look for an even better life. Of course, she is an atheist, not a fan of Christianity, but she takes money from Churches and even Islamist organisations. She considers herself an intellectual and has ” a network of friends in universities through the world”.
Who doesn’t think or do or live like her, she deals with simply, he is a racist, fascist, xenophobe, islamophobe. Naturally, for her Capitalism is an evil, even though she is bringing the hated Capitalists literal slaves, a cheap work force. When that same cheap labour force rapes Westerners, she mostly keeps her mouth shut because “Europeans do that too”. Everything is after all relative, all cultures are the same, and all people are brethren. In one, an atheist, stateless, without any identity, she doesn’t want to connect or to have children. Millî Görüş is right to give her money. An excellent investment.
This is a translation of an article written by Ivica Šola, on Slobodna Dalmacija.
sábado, 31 de agosto de 2019
sexta-feira, 30 de agosto de 2019
Bélgica: Primeiro Estado Islâmico da Europa?
por Giulio Meotti
15 de Maio de 2018 18:33
Original em inglês: Belgium: First Islamic State in Europe?
Tradução: Joseph Skilnik
por Giulio Meotti
15 de Maio de 2018 18:33
Original em inglês: Belgium: First Islamic State in Europe?
Tradução: Joseph Skilnik
Os líderes do Partido ISLAM pelo jeito querem transformar a Bélgica em um Estado islâmico. Eles a chamam de "Democracia Islamista" e o ano previsto é: 2030.
"O programa é confusamente simples: substituir todos os códigos civis e penais pela lei da Sharia. Ponto final". — Revista francesa Causeur.
"A capital europeia (Bélgica) será muçulmana em vinte anos". — Le Figaro.
A sigla do Partido ISLAM da Bélgica significa "Integridade, Solidariedade, Liberdade, Autenticidade, Moralidade". Os líderes do Partido ISLAM pelo jeito querem transformar a Bélgica em um Estado islâmico. Eles a chamam de "Democracia Islamista" e o ano previsto é: 2030.
Segundo a revista francesa Causeur, "o programa é confusamente simples: substituir todos os códigos civis e penais pela lei da Sharia. Ponto final. Criado na véspera do escrutínio municipal de 2012, o Partido ISLAM obteve de imediato resultados impressionantes. Os números são alarmantes.
O efeito que esse novo partido está provocando, segundo Michaël Privot, especialista em Islã e Sebastien Boussois, cientista político, poderá vir a ser a "implosão do tecido social belga". Políticos belgas, como Richard Miller, já defendem a proscrição do Partido ISLAM.
A revista semanal francesa Le Point traça os planos do Partido ISLAM: o partido deseja "evitar o vício proibindo o funcionamento de casas de jogos (cassinos, casas de apostas) e lotéricas". Juntamente com a autorização do uso do véu muçulmano nas escolas e um acordo sobre os feriados religiosos islâmicos, o partido quer que todas as escolas na Bélgica ofereçam carne halal em seus cardápios. Redouane Ahrouch, um dos três fundadores do partido, também propôs segregar homens e mulheres no transporte público. Ahrouch era membro do Centro Islâmico da Bélgica na década de 1990, um ninho do fundamentalismo islâmico onde se recrutava candidatos à jihad para lutarem no Afeganistão e no Iraque .
O Partido ISLAM sabe que a demografia está do seu lado. Ahrouch salientou que "em 12 anos Bruxelas será composta em sua maioria por muçulmanos". Nas próximas eleições belgas, o Partido ISLAM já se prepara para concorrer com candidatos em 28 municípios. À primeira vista parece irrisório em termos comparativos, uma vez que há 589 municípios belgas, mas mostra o progresso e a ambição do novo partido. Em Bruxelas, o partido estará presente em 14 das 19 legendas.
O mais provável é ser esta a razão do Partido Socialista temer a ascensão do Partido ISLAM. Em 2012 o partido já mostrou sua força ao concorrer em apenas três distritos de Bruxelas, elegendo um representante em dois deles (Molenbeek e Anderlecht), perdendo apenas por uma margem apertada na cidade de Bruxelas.
Dois anos mais tarde, nas eleições parlamentares de 2014, o Partido ISLAM tentou expandir a sua base eleitoral em duas circunscrições eleitorais, a cidade de Bruxelas e Liège. E mais uma vez, os resultados foram impressionantes para um partido que defende a introdução da Sharia, lei islâmica, na Bélgica. Em Bruxelas, eles conquistaram 9.421 votos (quase 2%).
Este movimento político, pelo que se sabe, começou em Molenbeek "toca dos radicais belgas", uma "incubadora de recrutadores para o Estado Islâmico do Iraque e do Levante". Seus jihadistas aparentemente estavam planejando desfechar ataques terroristas em toda a Europa e até mesmo no Afeganistão. O colunista francês Éric Zemmour, jocosamente sugeriu que, em vez de bombardear Raqqa, na Síria, a França deveria "bombardear Molenbeek". No momento em Molenbeek 21 autoridades municipais de um total de 46 são muçulmanas.
"O programa é confusamente simples: substituir todos os códigos civis e penais pela lei da Sharia. Ponto final". — Revista francesa Causeur.
"A capital europeia (Bélgica) será muçulmana em vinte anos". — Le Figaro.
A sigla do Partido ISLAM da Bélgica significa "Integridade, Solidariedade, Liberdade, Autenticidade, Moralidade". Os líderes do Partido ISLAM pelo jeito querem transformar a Bélgica em um Estado islâmico. Eles a chamam de "Democracia Islamista" e o ano previsto é: 2030.
Segundo a revista francesa Causeur, "o programa é confusamente simples: substituir todos os códigos civis e penais pela lei da Sharia. Ponto final. Criado na véspera do escrutínio municipal de 2012, o Partido ISLAM obteve de imediato resultados impressionantes. Os números são alarmantes.
O efeito que esse novo partido está provocando, segundo Michaël Privot, especialista em Islã e Sebastien Boussois, cientista político, poderá vir a ser a "implosão do tecido social belga". Políticos belgas, como Richard Miller, já defendem a proscrição do Partido ISLAM.
A revista semanal francesa Le Point traça os planos do Partido ISLAM: o partido deseja "evitar o vício proibindo o funcionamento de casas de jogos (cassinos, casas de apostas) e lotéricas". Juntamente com a autorização do uso do véu muçulmano nas escolas e um acordo sobre os feriados religiosos islâmicos, o partido quer que todas as escolas na Bélgica ofereçam carne halal em seus cardápios. Redouane Ahrouch, um dos três fundadores do partido, também propôs segregar homens e mulheres no transporte público. Ahrouch era membro do Centro Islâmico da Bélgica na década de 1990, um ninho do fundamentalismo islâmico onde se recrutava candidatos à jihad para lutarem no Afeganistão e no Iraque .
O Partido ISLAM sabe que a demografia está do seu lado. Ahrouch salientou que "em 12 anos Bruxelas será composta em sua maioria por muçulmanos". Nas próximas eleições belgas, o Partido ISLAM já se prepara para concorrer com candidatos em 28 municípios. À primeira vista parece irrisório em termos comparativos, uma vez que há 589 municípios belgas, mas mostra o progresso e a ambição do novo partido. Em Bruxelas, o partido estará presente em 14 das 19 legendas.
O mais provável é ser esta a razão do Partido Socialista temer a ascensão do Partido ISLAM. Em 2012 o partido já mostrou sua força ao concorrer em apenas três distritos de Bruxelas, elegendo um representante em dois deles (Molenbeek e Anderlecht), perdendo apenas por uma margem apertada na cidade de Bruxelas.
Dois anos mais tarde, nas eleições parlamentares de 2014, o Partido ISLAM tentou expandir a sua base eleitoral em duas circunscrições eleitorais, a cidade de Bruxelas e Liège. E mais uma vez, os resultados foram impressionantes para um partido que defende a introdução da Sharia, lei islâmica, na Bélgica. Em Bruxelas, eles conquistaram 9.421 votos (quase 2%).
Este movimento político, pelo que se sabe, começou em Molenbeek "toca dos radicais belgas", uma "incubadora de recrutadores para o Estado Islâmico do Iraque e do Levante". Seus jihadistas aparentemente estavam planejando desfechar ataques terroristas em toda a Europa e até mesmo no Afeganistão. O colunista francês Éric Zemmour, jocosamente sugeriu que, em vez de bombardear Raqqa, na Síria, a França deveria "bombardear Molenbeek". No momento em Molenbeek 21 autoridades municipais de um total de 46 são muçulmanas.
A polícia antimotim monta guarda no distrito de Molenbeek, em Bruxelas, em meio a blitzes nas quais inúmeras pessoas, incluindo Salah Abdeslam, um dos responsáveis pelos ataques em Paris em novembro de 2015, foram presas em 18 de março de 2016. (Foto de Carl Court/Getty Images)
"A capital europeia", salienta o Le Figaro, "será muçulmana em vinte anos".
"Cerca de um terço da população de Bruxelas já é muçulmana", assinalou Olivier Servais, sociólogo da Universidade Católica de Lovaina. "Os praticantes do Islã, devido a sua alta taxa de natalidade, deverão ser maioria" em quinze ou vinte anos. Desde 2001... Mohamed está no topo da lista dos nomes dados aos meninos nascidos em Bruxelas".
O Partido ISLAM trabalha em um ambiente propício. Segundo o prefeito de Bruxelas, Yvan Mayeur, todas as mesquitas da capital europeia já estão "nas mãos dos salafistas". Há poucas semanas, o governo belga encerrou o arrendamento, de longo prazo, da maior e mais antiga mesquita do país, a Grande Mesquita de Bruxelas à família real saudita, "como parte do que as autoridades dizem ser uma campanha para combater a radicalização". Autoridades salientaram que a mesquita, era uma "gleba do extremismo".
Um relatório confidencial do ano passado revelou que a polícia havia descoberto 51 organizações em Molenbeek com suspeitas de ligações com o jihadismo.
Será que já não chegou a hora da Bélgica acordar da letargia?
Giulio Meotti, Editor Cultural do diário Il Foglio, é jornalista e escritor italiano.
"Cerca de um terço da população de Bruxelas já é muçulmana", assinalou Olivier Servais, sociólogo da Universidade Católica de Lovaina. "Os praticantes do Islã, devido a sua alta taxa de natalidade, deverão ser maioria" em quinze ou vinte anos. Desde 2001... Mohamed está no topo da lista dos nomes dados aos meninos nascidos em Bruxelas".
O Partido ISLAM trabalha em um ambiente propício. Segundo o prefeito de Bruxelas, Yvan Mayeur, todas as mesquitas da capital europeia já estão "nas mãos dos salafistas". Há poucas semanas, o governo belga encerrou o arrendamento, de longo prazo, da maior e mais antiga mesquita do país, a Grande Mesquita de Bruxelas à família real saudita, "como parte do que as autoridades dizem ser uma campanha para combater a radicalização". Autoridades salientaram que a mesquita, era uma "gleba do extremismo".
Um relatório confidencial do ano passado revelou que a polícia havia descoberto 51 organizações em Molenbeek com suspeitas de ligações com o jihadismo.
Será que já não chegou a hora da Bélgica acordar da letargia?
Giulio Meotti, Editor Cultural do diário Il Foglio, é jornalista e escritor italiano.
quarta-feira, 28 de agosto de 2019
Oiça aquilo que não ouve em nenhum noticiário...
Camilo Lourenço esteve em direto.
Antes da ordem do dia: Carlos César vai deixar o Parlamento: qual é o tacho seguinte? 😊 O ministro do Ambiente está feliz porque se vendem mais carros a gasolin...
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