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sábado, 19 de abril de 2014

CHITIKA PUBLICIDADE


quinta-feira, 17 de abril de 2014

OS CAPITÃES DE ABRIL...


Os capitães de Abril não fizeram uma revolução !! Fizeram sim um GOLPE DE ESTADO", derrubando o governo. O objetivo desses capitães era apenas tomar conta do governo para impor uma ditadura militar mais ou menos ao nível de Cuba, para que assim pudessem dispor do poder estatal de forma a serem eles a escolher as LEIS, as escolher os seus salários, privilégios, mordomias, reformas milionárias, viver à grande e à francesa, gerir a economia e finanças do País, e pôr o povo a comer a côdea da broa que o Diabo amassou. Enquanto o governo salazarista lhes dava tudo e mais alguma coisa, não houve problema. A partir da guerra colonial, em que os oficiais milicianos, aqueles que queriam seguir a vida militar, eram promovidos a capitães sem terem o curso e tinham os mesmos privilégios e salários dos capitães do quadro, gerou-se um descontentamento de tal ordem e com a infiltração comunista nas FA, a solução para eles, os militares profissionais, foi derrubar o governo. Houve várias tentativas para impor a ditadura do proletariado, com os militares à cabeça, mas foram rapidamente eliminados pelas forças exteriores que os avisaram de que não tolerariam a mudança de uma ditadura fascista para uma ditadura do proletariado. Depois do "GOLPE DE ESTADO", foram-se auto promovendo a tenentes-coronéis, coronéis, generais, etc., e hoje o cidadão paga altos impostos para dar uma vida regalada a esta cambada de parasitas... As FA faziam parte integrante da ditadura fascista...

quinta-feira, 10 de abril de 2014

MALFEITORES (DES) GOVERNAM PORTUGAL COM O APOIO DA JUSTIÇA...

From the album: ÚLTIMAS NOTICIAS By rapidinhas

É OBRIGATÓRIO PARTILHAR PARA QUE TODOS SAIBAM DE UMA VEZ POR TODAS O PAÍS EM QUE VIVEMOS. A MÁFIA FINANCEIRA PROTEGE-SE. SÃO INTOCÁVEIS. A MAIOR FRAUDE FINANCEIRA DE SEMPRE EM PORTUGAL ACABA ASSIM. COM MILHARES DE MILHÕES DESAPARECIDOS, COM O DINHEIRO DOS CONTRIBUINTES A TAPAR O BURACO E....COM OS RESPONSÁVEIS MÁXIMOS PELA POUCA VERGONHA...ABSOLVIDOS! É este o nosso Portugal. é isto que a MÁFIA FAZ. 


Troika? Esforço do povo? Pensem. Tribunal absolve Oliveira e Loureiro no caso BPN 20 setembro 201159 comentários Juíza considera tribunal comum incompetente para apreciar acção do BPN contra Oliveira e Costa, Dias Loureiro e outros ex-responsáveis do grupo. O "Correio da Manhã" escreve que o processo cível do BPN contra vários ex-administradores do antigo Grupo BPN/SLN sofreu um revés no início deste mês: a juíza do processo considerou que a acção é da competência dos tribunais do comércio, argumento que fora apresentado pela defesa dos réus, e absolveu na primeira instância Oliveira e Costa, Dias Loureiro e outros antigos responsáveis do Grupo BPN/SLN. "Julgo procedente a excepção da incompetência das varas cíveis em razão da matéria quanto aos pedidos de condenação dos réus a pagar (BPN) a indemnização e, consequentemente, absolvo da instância os réus", pode-se ler no despacho da juíza. Segundo apurou o jornal, a administração do BPN já recorreu da decisão para o Supremo Tribunal de Justiça que irá agora decidir se a indemnização será apreciada por um tribunal comum ou pelo Tribunal de Comércio de Lisboa. Em causa está um pedido de indemnização do BPN de 42 milhões de euros.

sexta-feira, 28 de março de 2014

ENRIQUECER RAPIDAMENTE...

CARTA A UMA GERAÇÃO ERRADA

Caros João Cravinho, Manuela Ferreira Leite, Bagão Félix, Ferro Rodrigues, Sevinate Pinto, Vitor Martins e demais subscritores do manifesto pela reestruturação da divida publica: Que tal deixarem para a geração seguinte a tarefa de resolver os problemas gravíssimos que vocês lhes deixaram? É que as vossas propostas já não resolvem, só agravam os problemas. Que tal darem lugar aos mais novos? Vi, ouvi, li, e não queria acreditar. 70 das mais importantes personalidades do país, parte substancial da nossa elite, veio propor que se diga aos credores internacionais o seguinte: – Desculpem lá qualquer coisinha mas nós não conseguimos pagar tudo o que vos devemos, não conseguimos sequer cumprir as condições que nós próprios assinámos, tanto em juros como em prazos de amortizações! Permitam-me uma pergunta simples e direta: Vocês pensaram bem no momento e nas consequências da vossa proposta, feita a menos de dois meses do anúncio do modo de saída do programa de assistência internacional? Imaginaram que, se os investidores internacionais levarem mesmo a sério a vossa proposta, poderão começar a duvidar da capacidade e da vontade de Portugal em honrar os seus compromissos e poderão voltar a exigir já nos próximos dias um prémio de risco muito mais elevado pela compra de nova dívida e pela posse das obrigações que já detêm? Conseguem perceber que, na hipótese absurda de o Governo pedir agora uma reestruturação da nossa dívida, os juros no mercado secundário iriam aumentar imediatamente e deitar a perder mais de três anos de austeridade necessária e incontornável para recuperar a confiança dos investidores, obrigando, isso sim, a um novo programa de resgate e ainda a mais austeridade, precisamente aquilo que vocês dizem querer evitar? Conseguem perceber que, mesmo na hipótese absurda de os credores oficiais internacionais FMI, BCE e Comissão Europeia aceitarem a proposta, só o fariam contra a aceitação de uma ainda mais dura condicionalidade, ainda mais austeridade? Conseguem perceber que os credores externos, nomeadamente os alemães, iriam imediatamente responder – Porque é que não começam por vocês próprios? Os vossos bancos não têm mais de 25 por cento da vossa dívida pública nos seus balanços, mais de 40 mil milhões de euros, e o vosso Fundo de Capitalização da Segurança Social não tem mais de 8 mil milhões de euros de obrigações do Tesouro? Peçam-lhes um perdão parcial de capital e de juros. Conseguem perceber que, neste caso, os bancos portugueses ficariam à beira da falência e a Segurança Social ficaria descapitalizada? Nenhum de vós, subscritores do manifesto pela reestruturação da dívida pública, faria tal proposta se fosse Ministro das Finanças. E sobretudo não a faria neste delicadíssimo momento da vida financeira do país. Mesmo sendo uma proposta feita por cidadãos livres e independentes, pela sua projeção social poderá ter impacto externo e levar a uma degradação da perceção dos investidores, pela qual vos devemos responsabilizar desde já. Se isso acontecer, digo-vos que como cidadão contribuinte vou exigir publicamente que reparem o dano causado ao Estado. Conseguem perceber porque é que o partido que pode ser Governo em breve, liderado por António José Seguro, reagiu dizendo apenas que se deve garantir uma gestão responsável da dívida pública e nunca falando de reestruturação? Pergunto-vos também se não sabem que uma reestruturação de dívida pública não se pede, nunca se anuncia publicamente. Se é preciso fazer-se, faz-se. Discretamente, nos sóbrios gabinetes da alta finança internacional. Aliás, vocês não sabem que Portugal já fez e continua a fazer uma reestruturação discreta da nossa dívida pública? Vitor Gaspar como ministro das Finanças e Maria Luis Albuquerque como Secretária de Estado do Tesouro negociaram com o BCE e a Comissão Europeia uma baixa das taxas de juro do dinheiro da assistência, de cerca de 5 por cento para 3,5 por cento. Negociaram a redistribuição das maturidades de 52 mil milhões de euros dos respetivos créditos para o período entre 2022 e 2035, quando os pagamentos estavam previstos para os anos entre 2015 e 2022, esse sim um calendário que era insustentável. Ao mesmo tempo, juntamente com o IGCP dirigido por João Moreira Rato, negociaram com os credores privados Ofertas Públicas de Troca que consistem basicamente em convencê-los a receber o dinheiro mais tarde. A isto chama-se um “light restructuring”, uma reestruturação suave e discreta da nossa dívida, que continua a ser feita mas nunca pode ser anunciada ao mundo como uma declaração de incapacidade de pagarmos as nossas responsabilidades. Sabem que em consequência destas iniciativas, e sobretudo da correção dos défices do Estado, dos cortes de despesa pública, da correção das contas externas do país que já vai em quase 3 por cento do PIB, quase cinco mil milhões de euros de saldo positivo, os credores internacionais voltaram a acreditar em nós. De tal forma que os juros das obrigações do Tesouro a 10 anos no mercado secundário já estão abaixo dos 4,5 por cento. Para os mais distraídos, este é o valor médio dos juros a pagar pela República desde que aderimos ao Euro em 1999. O valor factual já está abaixo. Basta consultar a série longa das Estatísticas do Banco de Portugal. E sim, Eng. João Cravinho, é bom lembrar-lhe que a 1 de janeiro de 1999, a taxa das obrigações a 10 anos estava nos 3,9 por cento mas quando o seu Governo saiu, em Outubro desse ano, já estava nos 5,5 por cento, bem acima do valor atual. É bom lembra-lhe que fazia parte de um Governo que decidiu a candidatura ao Euro 2004 com 10 estádios novos, quando a UEFA exigia só seis. E que decidiu lançar os ruinosos projetos de SCUT, sem custos para o utilizador, afinal tão caros para os contribuintes. O resultado aí está, a pesar na nossa dívida pública. É bom lembrar aos subscritores do manifesto pela reestruturação da dívida pública que muitos de vós participaram nos Conselhos de Ministros que aumentaram objetivamente a dívida pública direta e indireta. Foram corresponsáveis pela passagem dos cheques da nossa desgraça atual. Negócios de Estado ruinosos, negócios com privados que afinal eram da responsabilidade do contribuinte. O resultado aí está, a pesar direta e indiretamente nos nossos bolsos. Sim, todos sabemos que quem pôs o acelerador da dívida pública no máximo foi José Sócrates, Teixeira dos Santos, Costa Pina, Mário Lino, Paulo Campos, Maria de Lurdes Rodrigues com as suas escolas de luxo que foram uma festa para a arquitetura e agora queimam as nossas finanças. Mas em geral, todos foram responsáveis pela maneira errada de fazer política, de fazer negócios sem mercado, de misturar política com negócios, de garantir rendas para alguns em prejuízo de todos. Sabem perfeitamente que em todas as crises de finanças públicas a única saída foi o Estado parar de fazer nova dívida e começar a pagar a que tinha sido acumulada. A única saída foi a austeridade. Com o vosso manifesto, o que pretendem? Voltar a fazer negócios de Estado como até aqui? Voltar a um modelo de gastos públicos ruinosos com o dinheiro dos outros? Porque é que em vez de dizerem que a dívida é impagável, agravando ainda mais a vida financeira das gerações seguintes, não ajudam a resolver os gravíssimos problemas que a economia e o Estado enfrentam e que o Governo não tem coragem nem vontade de resolver ao contrário do que diz aos portugueses? Porque é que não contribuem para que se faça uma reforma profunda do Estado, no qual se continuam a gastar recursos que não temos para produzir bens e serviços inúteis, ou para muitos departamentos públicos não produzirem nada e ainda por cima impedirem os empresários de investir com burocracias economicamente criminosas? Porque não canalizam as vossas energias para ajudar a uma mudança profunda de uma economia que protege setores inteiros da verdadeira concorrência prejudicando as famílias, as PME, as empresas exportadoras e todos os que querem produzir para substituir importações em condições de igualdade com outros empresários europeus? Porque não combatem as práticas de uma banca que cobra os spreads e as comissões mais caros da Europa? Um setor elétrico que recebe demais para não produzir eletricidade na produção clássica e para produzir em regime especial altamente subsidiado à custa de todos nós? Um setor das telecomunicações que, apesar de parcialmente concorrencial, ainda cobra 20, 30 e até 40 por cento acima da média europeia em certos pacotes de serviços? Porque não ajudam a cortar a sério nas rendas das PPP e da Energia? Nos autênticos passadouros de dinheiros públicos que são as listas de subvenções do Estado e de isenções fiscais a tudo o que é Fundações e Associações, algumas bem duvidosas? Acham que tudo está bem nestes setores? Ou será que alguns de vós beneficiam direta ou indiretamente com a velha maneira de fazer negócios em Portugal e não querem mudar de atitude? Estará a vossa iniciativa relacionada com alguns cortes nas vossas generosas pensões? Pois no meu caso eu já estou a pagar IRS a 45 por cento, mais uma sobretaxa de 3,5 por cento, mais 11 por cento de Segurança Social, o que eleva o meu contributo para 59,5 por cento nominais e não me estou a queixar. Sabem, a minha reforma já foi mais cortada que a vossa. Quando comecei a trabalhar, tinha uma expectativa de receber a primeira pensão no valor de mais de 90 por cento do último salário. Agora tenho uma certeza: a minha primeira pensão vai ser de 55 por cento do último salário. E não me estou a queixar, todos temos de contribuir. Caros subscritores do Manifesto para a reestruturação da dívida pública, desculpem a franqueza: a vossa geração está errada. Não agravem ainda mais os problemas que deixaram para a geração seguinte. Façam um favor ao país – não criem mais problemas. Deixem os mais novos trabalhar.

DX.COM

quinta-feira, 8 de março de 2012

PORTUGAL

O destino das gerações vindouras

Se bem percebi a discussão do programa " Prós e Contras " desta segunda-feira dia 5 de Março de 2012, tudo indica que as gerações vindouras terão que estar preparadas para emigrar .
A maioria dos entrevistados do painel argumentava de que os jovens têm de estar preparados para emigrar para outros países com desenvolvimento económico, e não ficar à espera que os governantes portugueses façam milagres...
Fez-se de uma alternativa "emigrar" uma solução ou seja: não há mais nada a fazer nesta terra senão emigrar.
É claro que os convidados da plateia prostestaram veementemente, argumentando que o problema da falta de crescimento económico em Portugal é devido às incompetência e desonestidade dos sucessivos governos, depois do 25 de Abril...
Há países mais pequenos que Portugal, que têm uma economia saudável e o seu povo um padrão de vida dos melhores do mundo.
A desculpa esfarrapada que Portugal é pobre por que é pequeno, é de quem não tem justificação para o sempre constante empobrecimento e as frequentes bancarrotas a que os sucessivos governos levam o País.
A impunidade dos governantes leva a que todos eles enriqueçam ilicitamente, criando empregos dentro do Estado para as famílias e amigos, e criando Leis para proteger os interesses instalados que são um dos cancros deste Portugal que está cada vez mais moribundo...
Portugal é gerido por uma "elite" corrupta, interesseira e incompetente. Os verdadeiros gestores, com capacidade para pôr este Portugal no topo dos melhores, são escorraçados e desprezados por esta elite de malfeitores.
A nossa justiça também faz parte do sistema corrupto. Os tubarões roubam, matam, violam crianças, etc.,  e quando algum é processado criminalmente, não passa de uma cena de teatro para tapar os olhos ao cidadão, por que  o processo arrasta-se até à sua prescrição...

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

A REVOLUÇÃO DA CIDADANIA...

"Ora aqui vai outro importante contributo, para que o Ministro das Finanças não
continue a fazer de nós parvos, dizendo com ar sonso que não sabe em que mais
cortar.

Acabou o recreio!

Se todos vocês reencaminharem como eu faço, ao fim do dia seremos centenas de milhar de "olhos mais bem abertos".Orçamento do Estado

Todos os ''governantes'' [a saber, os que se governam...] de Portugal falam em cortes das despesas, mas não dizem quais, e aumentos de impostos, a pagar pela malta

Não ouvi foi nenhum governante falar em:

. Reduzir as mordomias (gabinetes, secretárias, adjuntos,
assessores, suportes burocráticos respectivos, carros, motoristas, etc.) dos
três Presidentes da República retirados.

. Redução dos deputados da Assembleia da República e seus gabinetes, profissionalizando-os como nos países a sério. Reforma das mordomias na Assembleia da República, como almoços
opíparos, com digestivos e outras libações,tudo à custa do pagode

.
Acabar com os milhares de Institutos Públicos e Fundações Públicas que não
servem para nada e têm funcionários e administradores com 2º ou 3º
emprego.

. Acabar com as empresas Municipais, com Administradores a
auferir milhares de euros mês e que não servem para nada, antes acumulam funções
nos municípios, para aumentarem o bolo salarial respectivo.. Redução drástica
das Câmaras Municipais e Assembleias Municipais, numa reconversão mais feroz que
a da Reforma do Mouzinho da Silveira, em 1821, etc

. Redução drástica das Juntas de Freguesia.

. Acabar com o pagamento de 200 € por presença de
cada pessoa nas reuniões das Câmaras e 75 € nas Juntas de
Freguesia

Acabar com o Financiamento aos Partidos. Que devem viver da
quotização dos seus associados e da imaginação que aos outros exigem para
conseguirem verbas para as suas actividades

. Acabar com a distribuição de carros a Presidentes, Assessores, etc, das Câmaras, Juntas, etc., que se
deslocam em digressões particulares pelo País.

. Acabar com os motoristas particulares 20 h/dia, com o agravamento das horas extraordinárias... para
servir suas excelências, filhos e famílias, e até os filhos das amantes....
Acabar com a renovação sistemática de frotas de carros do Estado e entes
públicos menores, mas maiores nos dispêndios públicos.

. Colocar chapas de identificação em todos os carros do Estado. Não permitir de modo algum que
carros oficiais façam serviço particular tal como levar e trazer familiares e
filhos às escolas, ir ao mercado a compras, etc. Acabar com o vaivém semanal dos
deputados dos Açores e Madeira e respectivas estadias em Lisboa em hotéis de
cinco estrelas pagos pelos contribuintes que vivem em tugúrios
inabitáveis...

.. Controlar o pessoal da Função Pública (todos os
funcionários pagos por nós) que nunca está no local de trabalho. Então em Lisboa
é o regabofe total. HÁ QUADROS QUE, EM VEZ DE ESTAREM NO SERVIÇO PÚBLICO, PASSAM O TEMPO NOS SEUS ESCRITÓRIOS DE ADVOGADOS A CUIDAR DOS SEUS INTERESSES, QUE NÃO NOS DA COISA PÚBLICA...

. Acabar com as administrações numerosíssimas de
hospitais públicos que servem para garantir tachos aos apaniguados do poder - há
hospitais de província com mais administradores que pessoal administrativo. Só o
de PENAFIEL TEM SETE ADMINISTRADORES PRINCEPESCAMENTE PAGOS... pertencentes ás oligarquias locais do partido no poder...

. Acabar com a internet nas repartições públicas (Câmaras, Hospitais e demais locais de trabalho), acesso só em local próprio e por requisição, ficando sob controlo e registado o que o
funcionário fez. Se quiserem andar no Facebook, MSN, Google, etc.,
façam-no em casa e a expensas próprias que não ás custas do
contribuinte.

. Acabar com os milhares de pareceres jurídicos, caríssimos, pagos sempre aos mesmos escritórios que têm canais de comunicação fáceis com o Governo no âmbito de um tráfico de influências que há que
criminalizar, autuar, julgar e condenar..

. Acabar com as várias reformas por pessoa, de entre o pessoal do Estado e de entidades privadas, que passaram fugazmente pelo Estado.

. Pedir o pagamento dos milhões dos empréstimos
dos contribuintes ao BPN e BPP.

. Perseguir os milhões desviados por Rendeiros, Loureiros e quejandos, onde quer que estejam.

. E por aí fora.

Recuperaremos depressa a nossa posição, sobretudo a credibilidade tão abalada
pela corrupção que grassa e pelo desvario dos dinheiros do Estado .

. Já estamos cansados, fica assim.

. Expliquem porque o Presidente da
Assembleia da República tem ao seu dispor dois automóveis (de serviço).
Deve ser um para a "pasta" e outro para a "lancheira...

domingo, 28 de novembro de 2010

A CORJA DE LADRÕES...







 Lista de Aposentados no ano de 2005 (Janeiro a Novembro)
com pensões de luxo (mas em 2006 a lista continua imparável!): pode ser consultado em:  http://www.cga.pt/publicacoes.asp?O=3


JANEIRO
Ministério da Justiça

€5380.20   Juiz Desembargador  Conselho Superior Magistratura

MARÇO
Ministério da Justiça

€7148.12   Procurador-Geral Adjunto  Procuradoria-Geral República

€5380.20   Juiz Desembargador  Conselho Superior Magistratura

€5484.41   Juiz Desembargador  Conselho Superior Magistratura

€5498.55   Juiz Desembargador  Conselho Superior Magistratura

Empresas Públicas e Sociedades Anónimas

€6082.48   Jurista 5  CTT Correios Portugal SA

ABRIL
Ministério da Justiça

€5498.55   Juiz Desembargador  Conselho Superior Magistratura

€5498.55   Juiz Desembargador  Conselho Superior Magistratura

€5338.40   Procurador-geral Adjunta  Procuradoria-Geral República

Antigos Subscritores

€6193.34   Professor Auxiliar Convidado

MAI0

Ministério da Justiça

€5663.51   Juiz Conselheiro  Conselho Superior Magistratura

€5498.55   Procurador-Geral Adjunto  Procuradoria-Geral República

€5460.37   Juiz Desembargador  Conselho Superior Magistratura

€5663.51   Juiz Conselheiro  Conselho Superior Magistratura

€5338.40   Procuradora-Geral Adjunta  Procuradoria-Geral República

€5663.51   Juiz Conselheiro  Conselho Superior Magistratura


JUNHO
Ministério da Justiça

€5663.51   Juiz Conselheiro  Supremo Tribunal Administrativo

€5498.55   Juiz Desembargador  Conselho Superior Magistratura

€5498.55   Juiz Desembargador  Conselho Superior Magistratura

€5663.51   Juiz Conselheiro  Conselho Superior Magistratura

JULHO
Ministério da Justiça

€5182.91   Juiz Direito  Conselho Superior Magistratura

€5182.91   Procurador República  Procuradoria-Geral República

€5307.63   Juiz Desembargador  Conselho Superior Magistratura

€5498.55   Procurador-Geral Adjunto  Procuradoria-Geral República

AGOSTO
Ministério da Justiça

€5173.46   Conservador  Direcção Geral Registos Notariado

€5173.46   Conservadora  Direcção Geral Registos Notariado

€5173.46   Conservador  Direcção Geral Registos Notariado

€5173.46   Notário  Direcção Geral Registos Notariado

€5173.46   Conservador  Direcção Geral Registos Notariado

€5663.51   Juiz Conselheiro  Conselho Superior Magistratura

€5663.51   Juiz Conselheiro  Conselho Superior Magistratura

€5498.55   Juiz Desembargador  Conselho Superior Magistratura

€5043.12   Notária  Direcção Geral Registos Notariado

€5173.46   Conservador 1ª Classe  Direcção Geral Registos Notariado

€5498.55   Juiz Desembargador  Conselho Superior Magistratura

€5498.55   Juiz Desembargador  Conselho Superior Magistratura

€5027.65   Conservador  Direcção Geral Registos Notariado

€5663.51   Juiz Conselheiro  Conselho Superior Magistratura

€5498.55   Juiz Desembargador  Conselho Superior Magistratura

€5173.46   Conservador  Direcção Geral Registos Notariado

€5498.55   Juiz Desembargador  Conselho Superior Magistratura

€5173.46   Notário  Direcção Geral Registos Notariado

€5498.55   Juiz Desembargador  Conselho Superior Magistratura

€5498.55   Juiz Desembargador  Conselho Superior Magistratura

€5159.57   Conservador  Direcção Geral Registos Notariado

€5173.46   Notária  Direcção Geral Registos Notariado

€5173.46   Ajudante Principal  Direcção Geral Registos Notariado

€5498.55   Juiz Desembargador  Conselho Superior Magistratura

€ 5173.46   Notário 1ª Classe  Direcção Geral Registos Notariado

€5173.46   Notária  Direcção Geral Registos Notariado

SETEMBRO
Ministério dos Negócios Estrangeiros

€7284.78   Vice-Cônsul Principal  Secretaria-Geral (Quadro Externo)

€6758.68   Vice-Cônsul mdash; Secretaria-Geral (Quadro Externo)

Ministério da Justiça

€5663.51   Juiz Conselheiro mdash; Conselho Superior Magistratura

€5498.55   Juiz Desembargador mdash; Conselho Superior Magistratura

€5498.55   Juiz Desembargador mdash; Conselho Superior Magistratura

Ministério da Educação

€5103.95   Presidente  Conselho Nacional Educação

OUTUBRO
Ministério da Justiça

€5498.55   Procurador-Geral Adjunto  Procuradoria-Geral República

NOVEMBRO
Ministério dos Negócios Estrangeiros

€7327.27   Técnica Especialista  Secretaria-Geral (Quadro Externo)

Tribunal de Contas

€5663.51   Presidente

Ministério da Justiça

€5498.55   Juiz Desembargador  Conselho Superior Magistratura

€5663.51   Juiz Conselheiro  Conselho Superior Magistratura

€5498.55   Juiz Desembargador  Conselho Superior Magistratura

€5498.55   Juiz Desembargador  Conselho Superior Magistratura

€5498.55   Juiz Desembargador  Conselho Superior Magistratura

Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior

€5015.16   Professor Coordenador  Inst Superior Engenharia Lisboa

 

   Boas Vidas!!! 

 Mas nem tudo vai mal nesta nossa República (Pelo menos para alguns)

Com as eleições legislativas de 20/Fevereiro, metade dos 230 deputados não foram reeleitos. Os que saíram regressaram às suas anteriores actividades. Sem, contudo saírem tristes ou cabisbaixos. Quando terminam as funções, os deputados e governantes têm o direito, por Lei (feita e aprovada por eles) a um subsídio que dizem de   reintegração:

 - um mês de salário (3.449 euros) por cada seis meses de Assembleia ou governo.

Desta maneira um deputado que tenha desempenhado as suas funções durante uma Legislatura recebe seis salários (20.694 euros). Se o tiver sido durante 10 anos, recebe vinte salários ( 68.980 euros).

Feitas as contas aos deputados que saíram, o Erário Público desembolsou mais de

2.500.000 euros.



No entanto, há ainda aqueles que têm direito a subvenções vitalícias ou pensões de

 reforma ( mesmo que não tenham 60 anos). Estas são atribuídas aos titulares de

cargos políticos com mais de 12 anos.

Entre os ilustres reformados do Parlamento encontramos figuras como:

Almeida Santos.......................... 4.400, euros;

Medeiros Ferreira....................... 2.800, euros;

Manuela Aguiar.......................... 2.800, euros;

Pedro Roseta............................ .2.800, euros;

Helena Roseta........................... 2.800, euros;

Narana Coissoró……………….........2.800, euros;

Álvaro Barreto............................3.500, euros;

Vieira de Castro......................... 2.800, euros;

Leonor Beleza…………………......... 2.200, euros;

Isabel Castro............................. 2.200, euros;

José Leitão................................. 2.400, euros;

Artur Penedos............................ 1.800, euros;

Bagão Félix................................ 1.800, euros.



Quanto aos ilustres reintegrados, encontramos, por exemplo, os seguintes ex-deputados:

Luís Filipe Pereira . 26.890, euros / 9 anos de serviço;

Paulo Pedroso ........48.000, euros / 7 anos e meio de serviço

David Justino ..........38.000, euros / 5 anos e meio de serviço;

Mª Carmo Romão ... 62.000, euros / 9 anos de serviço;

Luís Nobre Guedes . 62.000, euros / 9 anos e meio de serviço.



A maioria dos outros deputados que não regressaram estiveram lá somente

na última legislatura, isto é, 3 anos, foi o suficiente para terem recebido cerca

de 20.000, euros cada .


É ESTA A CLASSE POLÍTICA QUE TEM A LATA DE PEDIR SACRIFÍCIOS AOS PORTUGUESES PARA DEBELAR A CRISE!...


MAS... HÁ MAIS !!!



Apesar de ter apenas 50 anos de idade e de gozar de plena saúde, o socialista VASCO FRANCO, número dois do PS na Câmara de Lisboa durante as presidências de Jorge Sampaio e de João Soares, está já reformado. A pensão mensal que lhe foi atribuída ascende a 3.035 euros (608 contos), um valor bastante acima do seu vencimento como vereador.

A generosidade estatal decorre da categoria com que foi aposentado – técnico

superior de 1ª classe, segundo o «Diário da República» - apesar de as suas habilitações literárias se ficarem pelo antigo Curso Geral do Comércio, equivalente ao actual 9º ano de escolaridade.

A contagem do tempo de serviço de Vasco Franco é outro privilégio raro, num país que pondera elevar a idade de reforma para os 68 anos, para evitar a ruptura da Segurança Social.

O dirigente socialista entrou para os quadros do Ministério da Administração Interna em 1972, e dos 30 anos passados só ali cumpriu sete de dedicação exclusiva; três foram para o serviço militar e os restantes 20 na vereação da Câmara de Lisboa, doze dos quais a tempo inteiro. Vasco Franco diz que é tudo legal e que a lei o autoriza a contar a dobrar 10 dos 12 anos como vereador a tempo inteiro.

Triplicar o salário. Já depois de ter entregue o pedido de reforma, Vasco Franco foi convidado para administrador da Sanest, com um ordenado líquido de 4000 euros mensais (800 contos). Trata-se de uma sociedade de capitais públicos, comparticipada pelas Câmaras da Amadora, Cascais, Oeiras e Sintra e pela empresa Águas de Portugal, que gere o sistema de saneamento da Costa do Estoril. O convite partiu do reeleito presidente da Câmara da Amadora, Joaquim Raposo, cuja mulher é secretária de Vasco Franco na Câmara de Lisboa. O contrato, iniciado em Abril, vigora por um período de 18 meses.

A acumulação de vencimentos foi autorizada pelo Governo mas, nos termos do acordo, o salário de administrador é reduzido em 50% - para 2000 euros - a partir de Julho, mês em que se inicia a reforma, disse ao EXPRESSO Vasco Franco.

Não se ficam, no entanto, por aqui os contributos da fazenda pública para o bolo salarial do dirigente socialista reformado. A somar aos mais de 5000 euros da reforma e do lugar de administrador, Vasco Franco recebe ainda mais 900 euros de outra reforma, por ter sido ferido em combate (!?) em Moçambique já depois do 25 de Abril (??), e cerca de 250 euros em senhas de presença pela actuação como vereador sem pelouro.

Contas feitas, o novo reformado triplicou o salário que auferia no activo, ganhando agora mais de 1200 contos limpos. Além de carro, motorista, secretária, assessores e telemóvel.



É BOM QUE TODOS SAIBAM  COMO SE GOVERNA QUEM NOS GOVERNA.

MAS HÁ MUITO MAIS....


Vamos dar um basta e reagir como gente grande dizendo um grande


BASTA!

Não se esqueça destes detalhes, pode ser que venham a ser precisos um dia....





CASAMENTO GAY...

Novos Problemas em Portugal






domingo, 10 de outubro de 2010

ADIVINHA QUEM É O AMIGO DE CAVACO, DO PSD E DE CABO VERDE ?





A ADIVINHA DO DIA
0 - Tem um processo em curso de investigação
1 - Negou coisas que o seu chefe disse
2 - Esteve muito ligado ao PSD
3 - Sabe fazer umas cantarolas
4 - Também sabe jogar golfe
5 - Desde há uns meses nunca mais se ouviu falar dele
De quem falamos ????
(...ver resposta abaixo ...)
Resposta:
- DIAS LOUREIRO!...
A viver actualmente à grande e à fartazana em Cabo Verde,saboreando umas mulatinhas de olhos verdes...
É o dono do maior Resort Turístico da Ilha do Sal...
( ... é aquela ilha, daquele país africano onde o BPN criou umas "sucursais" e um banco mais ou menos virtual, com que se faziam umas operações de lavagem e fugas ao fisco, etc. etc... )
PS: ALGUÉM O VÊ NA NOSSA IMPRENSA ? COMEM TODOS DA MESMA GAMELA... PQOP
O que nos leva a pensar tal esquecimento..?
Como vêem é fácil fazer esquecer um roubo
superior a mais de 4 mil milhões de euros,
quando se tem amigos...por todo o lado...
até em Belém!

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

TUDO O QUE AQUI RELATO É VERDADE...



"Tudo o que aqui relato é verdade. Se quiserem, podem processar-me.

Eis parte do enigma. Mário Soares, num dos momentos de lucidez que ainda vai tendo, veio chamar a atenção do Governo, na última semana, para a voz da rua.

A lucidez, uma das suas maiores qualidades durante uma longa carreira politica. A lucidez que lhe permitiu escapar à PIDE e passar um bom par de anos, num exílio dourado, em hotéis de luxo de Paris.

A lucidez que lhe permitiu conduzir da forma "brilhante" que se viu o processo de descolonização.

A lucidez que lhe permitiu conseguir que os Estados Unidos financiassem o PS durante os primeiros anos da Democracia.

A lucidez que o fez meter o socialismo na gaveta durante a sua experiência governativa.

A lucidez que lhe permitiu tratar da forma despudorada amigos como Jaime Serra, Salgado Zenha, Manuel Alegre e tantos outros.

A lucidez que lhe permitiu governar sem ler os "dossiers"...

A lucidez que lhe permitiu não voltar a ser primeiro-ministro depois de tão fantástico desempenho no cargo.

A lucidez que lhe permitiu pôr-se a jeito para ser agredido na Marinha Grande e, dessa forma, vitimizar-se aos olhos da opinião pública e vencer as eleições presidenciais.

A lucidez que lhe permitiu, após a vitória nessas eleições, fundar um grupo empresarial, a Emaudio, com "testas de ferro" no comando e um conjunto de negócios obscuros que envolveram grandes magnatas internacionais.

A lucidez que lhe permitiu utilizar a Emaudio para financiar a sua segunda campanha presidencial.

A lucidez que lhe permitiu nomear para Governador de Macau Carlos Melancia, um dos homens da Emaudio.

A lucidez que lhe permitiu passar incólume ao caso Emaudio e ao caso Aeroporto de Macau e, ao mesmo tempo, dar os primeiros passos para uma Fundação na sua fase pós-presidencial.

A lucidez que lhe permitiu ler o livro de Rui Mateus, "Contos Proibidos", que contava tudo sobre a Emaudio, e ter a sorte de esse mesmo livro, depois de esgotado, jamais voltar a ser publicado.

A lucidez que lhe permitiu passar incólume as "ligações perigosas" com Angola, ligações essas que quase lhe roubaram o filho no célebre acidente de avião na Jamba (avião esse transportando de diamantes, no dizer do então Ministro da Comunicação Social de Angola).

A lucidez que lhe permitiu, durante a sua passagem por Belém, visitar 57 países ("record" absoluto para a Espanha - 24 vezes - e França - 21), num total equivalente a 22 voltas ao mundo (mais de 992 mil quilómetros).

A lucidez que lhe permitiu visitar as Seychelles, esse território de grande importância estratégica para Portugal, aproveitando para dar uma voltinha de tartaruga.

A lucidez que lhe permitiu, no final destas viagens, levar para a Casa-Museu João Soares uma grande parte dos valiosos presentes oferecidos oficialmente ao Presidente da Republica Portuguesa.

A lucidez que lhe permitiu guardar esses presentes numa caixa-forte blindada daquela Casa, em vez de os guardar no Museu da Presidência da República.

A lucidez que lhe permite, ainda hoje, ter 24 horas por dia de vigilância paga pelo Estado nas suas casas de Nafarros, Vau e Campo Grande.

A lucidez que lhe permitiu, abandonada a Presidência da Republica, constituir a Fundação Mário Soares. Uma fundação de Direito privado, que, vivendo à custa de subsídios do Estado, tem apenas como única função visível ser depósito de documentos valiosos de Mário Soares. Os

mesmos que, se são valiosos, deviam estar na Torre do Tombo.

A lucidez que lhe permitiu construir o edifício-sede da Fundação violando o PDM de Lisboa, segundo um relatório do IGAT, que decretou a nulidade da licença de obras.

A lucidez que lhe permitiu conseguir que o processo das velhas construções que ali existiam e que se encontrava no Arquivo Municipal fosse requisitado pelo filho e que acabasse por desaparecer

convenientemente num incêndio dos Paços do Concelho.

A lucidez que lhe permitiu receber do Estado, ao longo dos últimos anos, donativos e subsídios superiores a um milhão de contos.

A lucidez que lhe permitiu receber, entre os vários subsídios, um de quinhentos mil contos, do Governo Guterres, para a criação de um auditório, uma biblioteca e um arquivo num edifico cedido pela Câmara de Lisboa.

A lucidez que lhe permitiu receber, entre 1995 e 2005, uma subvenção anual da Câmara Municipal de Lisboa, na qual o seu filho era Vereador e Presidente.

A lucidez que lhe permitiu que o Estado lhe arrendasse e lhe pagasse um gabinete, a que tinha direito como ex-presidente da República, na.... Fundação Mário Soares.

A lucidez que lhe permite que, ainda hoje, a Fundação Mário Soares receba quase 4 mil euros mensais da Câmara Municipal de Leiria.

A lucidez que lhe permitiu fazer obras no Colégio Moderno, propriedade da família, sem licença municipal, numa altura em que o Presidente era... João Soares.

A lucidez que lhe permitiu silenciar, através de pressões sobre o director do "Público", José Manuel Fernandes, a investigação jornalística que José António Cerejo começara a publicar sobre o tema.

A lucidez que lhe permitiu candidatar-se a Presidente do Parlamento Europeu e chamar dona de casa, durante a campanha, à vencedora Nicole Fontaine.

A lucidez que lhe permitiu considerar José Sócrates "o pior do guterrismo" e ignorar hoje em dia tal frase como se nada fosse.

A lucidez que lhe permitiu passar por cima de um amigo, Manuel Alegre, para concorrer às eleições presidenciais mais uma vez.

A lucidez que lhe permitiu, então, fazer mais um frete ao Partido Socialista.

A lucidez que lhe permitiu ler os artigos "O Polvo" de Joaquim Vieira na "Grande Reportagem", baseados no livro de Rui Mateus, e assistir, logo a seguir, ao despedimento do jornalista e ao fim da revista.

A lucidez que lhe permitiu passar incólume depois de apelar ao voto no filho, em pleno dia de eleições, nas últimas Autárquicas.

No final de uma vida de lucidez, o que resta a Mário Soares? Resta um punhado de momentos em que a lucidez vem e vai. Vem e vai. Vem e vai.

Vai.... e não volta mais."

Clara Ferreira Alves

Expresso











































quarta-feira, 14 de abril de 2010

PROFESSOR SANE - CURANDEIRO...


A nossa imigração é isto que aqui se vê. Catedráticos, altamente especializados em resolver todos os problemas do ser humano nomeadamente assaltar bancos, ourivesarias, caixas multibanco, lojas comerciais, roubo de carros, etc., e usam esta capa de " curandeiros" para lavagem de dinheiro roubado.
Uns são curandeiros, outros vendedores ambulantes e outros com cursos de "Pintor de Automóveis" por que não querem ser escravos como os pais que andaram a trabalhar nas obras e que agora vivem do rendimento mínimo que é bem melhor que aquilo que o seu país de origem lhes dava ou seja: dormiam na esteira e comiam capim...
Portugal está a saque. Meia dúzia de energúmenos que nos desgovernam, abriram as portas a todo o lixo que vem de todas as partes do mundo e o resultado está à vista...
Precisamos de um outro VIRIATO para limpar este lixo que tantas doenças tem causado ao nosso Portugal.

sábado, 24 de outubro de 2009

OS VERDADEIROS "CANCROS" QUE PORTUGAL TEM DE ELIMINAR...


OS VERDADEIROS "CANCROS" QUE PORTUGAL TEM DE ELIMINAR


Capítulo I - A guerra colonial

Nos anos 60 e meados de 70 Portugal, enfrentou uma guerra colonial, sobretudo nas ex-colónias portuguesas, Angola, Moçambique e Guiné-Bissau. As outras colónias, nomeadamente Cabo Verde, Santo Tomé e Príncipe e Timor basicamente não houve, na prática, envolvimento bélico.
Os movimentos chamados de libertação foram financiados e treinados por potências que estavam interessadas nas matérias primas que essas terras possuiam e possuem. Portugal lutou mais de dez anos para manter um capricho salazarista, mas já se sabia que não passava de um sonho, irrealizável, de manter as ex-colónias debaixo da bandeira portuguesa.
Foram sacrificadas várias gerações que lutaram por uma causa perdida. Os melhores anos de vida de milhares de jovens foram destruidos e muitos morreram, outros ficaram mutilados e os restantes ainda hoje sofrem de stress pós-traumático.
O 25 de Abril de 1974 foi preparado por vários grupos de oficiais do quadro que, ao serviço do comunismo, derrubaram o governo de Marcelo Caetano e criaram uma Junta de Salvação Nacional. Se não fosse o facto de estarmos integrados na Europa, passaríamos de uma ditadura salazarista para uma ditadura do proletariado. O império soviético caiu e isso contribuiu fortemente para o desabamento do " COMUNISMO".
Criaram-se organizações semi-terroristas em Portugal que depois viraram partidos e, alguns deles, estão hoje no activo político e já fizeram parte de vários governos.
O golpe de estado de 25 de Abril de 1974 trouxe, por um lado, a esperança de uma vida melhor para os portugueses mas, por outro, atirou para o abismo cerca de um milhão de portugueses que viviam nas ex-colónias e que acreditaram nos políticos da época.
Os militares do golpe de estado foram os culpados do retorno desses portugueses que ficaram sem nada, e uma boa parte com idade que já nada poderia fazer para recomeçar a sua vida do ZERO. Inclusivamente, li uma carta do Vice-Almirante Rosa Coutinho, dirigida ao Camarada Agostinho Neto, dando-lhe instruções para que o MPLA começasse a matar os portugueses incluindo mulheres e crianças, para que eles se pusessem em debandada, pois teimavam em ficar em Angola e isso ia contra os ideais comunistas da União Soviética.
Hoje temos mais de 150 mil ex-combatentes, muitos mutilados, outros a dormirem nos passeios e em entradas de casas comerciais nas cidades, passando fome, frio e sem qualquer calor humano.
Os ex-combatentes hoje, são vistos pelos políticos como cidadãos de 2º classe que andaram na guerra colonial por imposição do governo da altura, e que agora os querem culpar dessa guerra como se tivesse sido eles, os ex-combatentes, os senhores da guerra.
Esta guerra colonial encheu os bolsos a muita gente nomeadamente aos militares do quadro, oficiais e sargentos, que se ofereciam para ir para as colónias, não para a guerra, mas apenas para se esconderem dentro de gabinetes com uns uisques e uns camarões à mistura e, como não podia deixar de ser, umas mulatinhas e negrinhas para aquecer o ambiente. Trabalhavam de manha à noite a contabilizar os mortos e os feridos e no dia 10 de Junho de cada ano, eram condecorados com cruzes de guerra e outras. A carne para canhão, que era o militar soldado, mal ganhava para os cigarritos e a comida não passava de arroz e massa que mais parecia cola que outra coisa. Em contrapartida, os oficiais e sargentos comiam e bebiam à grande e à francesa e ganhavam para um pezinho de meia que, no fim da comissão, dava para comprar uma casita, isto para os milicianos. Os do quadro enchiam as contas bancárias até dizer basta...
A carne para canhão era exactamente para isso mesmo. Nas colunas motorizadas ou apeadas, os oficiais e sargentos posicionavam-se a meio das colunas, por que sabiam que os "Terroristas" ou atacavam à rectaguarda ou à frente, que era para depois do ataque surpresa fugirem da linha de fogo.

Capítulo II - A vinda de africanos para Portugal após o golpe de estado de 25 de Abril de 1974

O exércíto que estava nas ex-colónias tinha uma componente africana que depois do 25 de Abril de 1974, muitos africanos que pertenciam ao exércíto português vieram para Portugal à procura do "sonho americano". Não tinham nenhuma preparação para poderem sobreviver pelos seus próprios meios pelo que recorreram aos subsídios dos sucessivos governos de Portugal para poderem sobreviver e claro que muito melhor que na terra deles. O tempo foi passando e estes africanos foram procriando ao ponto de cada mulher africana ter, em média, 10 filhos. Com este índice de natalidade, a comunidade africana foi crescendo descontroladamente, obrigando as instituições governamentais a deitar mão à obra, criando habitações e rendimentos mínimos para esta gente poder sobreviver. Os filhos aqui nascidos, por razões de cultura e ignorância dos pais, pouca escola têm e fraca vontade de trabalhar. O maldito branco descobriu África e impôs aos africanos o "trabalho" que era coisa que eles desconheciam e sempre mostraram uma aversão a tudo aquilo que fosse "trabalho". O bichinho foi transportado para Portugal e aqui está, disposto a lutar pela sua sobrevivência. Nasceram os "Guetos" onde se misturaram ciganos e africanos. Nesses guetos criaram-se "GANGUES" que se digladiam pelo controlo das suas áreas. Quando a polícia é chamada, é recebida a tiro e bombas. Culpa-se a sociedade, ignora-se a vítima e perdoa-se o ladrão/assassino...
Ao longo dos anos a imigração tem vindo a aumentar descontroladamente. Qualquer "pé descalço", no sentido de ser iletrado e nem um parafuso saber apertar, vem para Portugal e fica por aí, sabe Deus a fazer o quê... Muitos trouxeram as suas tradições de vendedores ambulantes e é só vê-los na ruas de Lisboa e Porto, a venderem bugigangas africanas e outras. Se fosse um europeu em África a vender nas ruas, iria imediatamente preso, mas como aqui é Europa, tudo se faz e tudo se pode fazer em nome dos direitos humanos, coisa que em África não existe...
Toda a Europa está a caminhar para um beco sem saída. E quando isso acontecer, vai haver uma espécie de "salve-se quem puder"... Já não estarei vivo, mas os meus descendentes com certeza que estarão e isso é que me preocupa.
Outro tipo de imigração da américa-latina também está a criar uma situação de "Favelas" completamente descontroladas, com assaltos à mão armada a Bancos e armas apontadas às cabeças dos reféns. A outra imigração do Leste da Europa também é aquilo que se sabe: organizações de tráfico de mulheres, drogas, prostituição, roubos e assassinatos. A imigração da Roménia é basicamente "raça cigana" que vem para Portugal apenas para viver de expediente nomeadamente andarem nos comboios sem bilhete, acamparem em terrenos sem autorização dos proprietários e dedicarem-se à roubalheira...
Para além de tudo isto, a cultura desta imigração é procriar como mosquitos e o resultado disso, num século ou dois, será termos fortes fricções entre raças que não se encaixam na cultura de cada uma e depois há-de aparecer um "HITTLER" que vai provocar mais uma guerra mundial com consequências desastrosas.
É este o resumo da imigração que temos em Portugal. Não falo aqui das excepções por que essas confirmam a regra.

Capítulo III - Os novos ricos do após 25 de Abril de 1974
Depois do 25 de Abril de 1974, controlada a turbulência gerada pelas FP e outras, começaram a nascer os novos ricos. A máquina fiscal não controlava absolutamente nada. Os novos ricos tinham sinais de riqueza à vista de toda a gente e ninguém questionava de onde vinha o dinheiro ou seja: a sua declaração de rendimentos não passava do ordenado mínimo, mas os seus sinais exteriores de riqueza eram de milhões...
A classe política nascida das cinzas do 25 de Abril, muitos foram licenciados com passagens administrativas e outros até se licenciaram ao Domingo, com exames enviados por fax, etc.. É esta classe política que há trinta e cinco anos nos (des) governa. Cada vez estamos mais pobres, embora tenhamos melhorado o nosso padrão de vida mas, são apenas balões de oxigénio que rebentam a qualquer momento.
O PCP luta pela melhoria de vida do povo mas, por detrás disso, está um objectivo obscuro que é a tal ditadura do proletariado. O Bloco de Esquerda, cujo líder, Francisco Louçã, é um grande orador, também sonha muito alto e, embora gostemos das ideias dele, sabemos que são uma utopia, embora haja algumas verdades. O PS que nasceu no estrangeiro é constituido por um grupo de interesseiros que apenas tem um objectivo: enriquecimento dos seus membros a qualquer preço; viverem à grande e à francesa; passearem pelo mundo fora com recepções de tapete encarnado e grandes comes e bebes e, quando chegar a altura da reforma, apesar de não precisarem dela para nada, sempre recebem uma pequena fortuna todos os meses, com carros, motoristas, gabinetes e secretárias, tudo pago pelos contribuintes. Nunca ouvi dizer que as mordomias destes senhores estivessem ameaçadas. Oiço, sim, constantemente, dizer que a segurança social corre o risco de insustentabilidade ou seja: as reformas miseráveis, que pagam ao trabalhador, que vegetou uma vida inteira a trabalhar, estão em risco de desaparecer.
Quase todos os meses há escândalos deste Autarca ou daquele Ministro. Abrem-se processos que, alguns meses depois, são arquivados pela famosa razão de "falta de provas" ou então arrastam-se anos e anos que acabam por prescrever. Mas é esse o objectivo. Resultado: há um sentimento de impunidade, por parte do cidadão, em relação aos escândalos dos "DUQUES" e "TUBARÕES". E ainda têm o atrevimento de se recandidatarem a lugares públicos. E o zé-pagode, não sei por que raio de carga, vota neles! Será que o zé-pagode também faz parte do sistema ? Só temos a sorte que merecemos...
Falta-me aqui falar do PSD, partido em que sempre votei mas, alto lá, não vou mais na conversa. Cheguei à triste conclusão que PARTIDOS são "PANDILHAS" cujos objectivos são: "enriquecimento dos seus membros a qualquer preço; viverem à grande e à francesa; passearem pelo mundo fora com recepções de tapete encarnado e grandes comes e bebes e, quando chegar a altura da reforma, apesar de não precisarem dela para nada, sempre recebem um pequena fortuna todos os meses, com carros, motoristas, gabinetes e secretárias, tudo pago pelos contribuintes."
Por alguma razão as "PANDILHAS" se digladiam, insultam-se, acusam-se, esfolam-se e para quê ? Não é com certeza para defender o cidadão, proporcionando-lhe o seu bem estar e o dos seus ! Acho que não vale a pena adiantar mais conversa... para um bom entendedor...
Em nome da economia de mercado e competitividade, privatizam-se empresas estatais que, pela sua natureza, geram milhões anualmente que poderiam ir para os cofres do ESTADO para depois beneficiar os cidadãos mais necessitados, mas em vez disso vão para os bolsos de meia dúzia de "SENHORES FEUDAIS". O objectivo dos governos é criar condições para que, quando os seus membros deixarem de exercer o cargo, tenham postos de trabalho, pagos a peso de ouro, nessas empresas que privatizaram e outras privadas que protegem. Temos muitos exemplos de ex-governantes que hoje exercem cargos de "Administradores" em empresas privadas e outras ex-estatais, pagos a peso de ouro. Esta é a Máfia que existe em quase toda a parte do mundo e então em Portugal é regra...

Capítulo IV - Insegurança

Com a invasão de imigrantes completamente iletrados e muitos já com cadastro nos seus países de origem, Portugal está a tornar-se um autêntico "GUETO" afro-latino-americano, à mistura com outros "GUETOS" da Europa .A nossa polícia não tem qualquer apoio por parte do governo. Quando intervem num tumulto qualquer, num qualquer bairro problemático, é recebida a tiro e à bomba e ai daquele, polícia, que dispare... Leva logo com um processo disciplinar em cima. As televisões põem-se a entrevistar os "coitadinhos" ou seja: os "marginais" que dizem o que lhes convém : " que não houve tiros nem bombas; que foi a polícia que disparou e mandou com granadas, ferindo inocentes, bla,blá,blá...". É pena termos esta mentalidade medíocre e defendermos quem devíamos meter na cadeia ou, melhor dizendo, recambiá-los para as suas origens para não criar custos ao contribuinte que depois tem de lhes pagar o "comes e bebes", etc., na prisão.
E o mais caricato é que, aqueles que são condenados, pouco tempo depois estão cá fora com liberdade condicional e, mais tarde, vem-se a descobrir que voltaram à criminalidade e desta vez com mais violência. O Juíz aplica-lhe a medida de coacção de "pulseira electrónica" para poder ficar em casa e ver televisão, fazer amor, etc..

Capítulo V - A entrada de Portugal na C.E.E., actual União Europeia

Ficámos melhor com a entrada para a C.E.E., actual União Europeia, mas continuamos aquém das aspirações do cidadão vulgar. Estamos na cauda da União Europeia em todos os aspectos: padrão de vida dos cidadãos nomeadamente, salários, saúde, educação, pensões de reforma, etc..
O problema desta situação reside no facto de todos os nossos governantes se preocuparem apenas em se governarem a eles próprios, não olhando a meios para atingir os fins. Para além dos governantes temos os grupos económicos, chamados "LOBBIES", que dominam o poder político em proveito próprio com monopólios camuflados para enganar o cidadão, apadrinhados pelas autoridades da concorrência que mais não são do que lacaios ao serviço dos governantes e "Duques". Eles comem tudo e não deixam nada.

Capítulo VI - A mentalidade dos portugueses é também um problema grave

Os portugueses, e a prova está nos próprios políticos e governantes, têm uma mentalidade tacanha de tal ordem, que não conseguem vislumbrar um boi à frente dos olhos, sempre com tendência ao malabarismo, vigarice, inveja, difamação, maldizer, etc..
Será por causa da sua própria condição de vida em que, desde que D. Afonso Henriques roubou este pedacinho à sua mãe, foram sempre espezinhados, achincalhados, sugados, analfabetizados, etc. pelos nossos governantes ?
Convivi muitos anos com muitas culturas e, devo confessar, a minha mentalidade hoje é completamente diferente. Mas cuidado ! Nem todas as culturas são aconselháveis. Aproveitei apenas aquelas que se encaixavam na minha mente. E estou feliz por isso.
Nunca vi, na minha vida, e sou muito viajado, uma mentalidade tão perversa e penso que isto é o fulcro da questão. Precisamos que alguém faça uma lavagem ao cérebro dos portugueses para que este Portugal, pequenino geograficamente, possa ser grande em todos os outros aspectos. Teríamos um melhor governo; o padrão de vida melhoraria; as relação humanas seriam boas enfim,haveria uma volta de 180 graus para o lado positivo.

Capítulo VII - A economia de mercado

Após o 25 de Abril de 1974, destruiu-se o tecido industrial: as pescas, a agricultura, as indústrias de transformação e todo o aparelho produtivo e promoveu-se os serviços e comércio. Portugal é hoje um país de consumo, nada se produz tudo se consome...
Em nome não sei de quê, deixa-se entrar estrangeiros que vêm apenas para aumentar o já fora de controlo comércio. Para além de uma concorrência desleal, estes estrangeiros só vendem produtos dos seus países de origem, contribuindo assim para o equilíbrio das suas balanças comerciais. E agora chamem-lhes " BURROS". Burros somos nós que permitimos um concorrência desleal, poucos ou nenhuns impostos pagam, 95% da sua força de trabalho é composta pelos naturais do país de origem, e os restantes 5% de nacionais trabalham de sol a sol, 7 dias por semana, a troco de um salário abaixo do salário mínimo nacional, para estes estrangeiros.
Temos que ser realistas e deixarmo-nos de paternalismo bacoco, passando a pente fino a vinda de investimentos estrangeiros e só permitir aqueles que, de facto, interessam à economia nacional. Comércio já temos aos pontapés. Os lojistas já se comem uns aos outros...

domingo, 18 de outubro de 2009

O CANCRO DO SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE...


Não queria deixar passar a experiência que tenho adquirido ao longo das minhas consultas ao Serviço Nacional de Saúde. E aqui estou eu, mais uma vez, a denunciar este "CANCRO" que é o SNS.

O meu médico de família marcou-me uma consulta de otorrinolaringologia no Hospital de Vila Nova de Gaia em Abril de 2008. Em Janeiro de 2009 recebi uma carta do Hospital a comunicar-me que a consulta estava marcada para o dia 1 de Outubro de 2009.

Feitas as contas, a espera foi de aproximadamente 19 meses. Lá me apresentei no dia e hora indicados no Hospital e fui atendido por um médico que, por sinal, foi bastante simpático.

Depois de eu lhe ter contado a minha história de audição, mandou-me sentar na cadeira e viu-me os ouvidos, tendo retirado alguma cera que, infelizmente, não era o problema da minha audição.

Entregou-me uma requisição para eu vir a uma nova consulta, para fazer uns exames, no dia 28 de Janeiro de 2010, às 10h00.

Não fiz qualquer comentário e despedi-me, agradecendo ao médico a sua simpatia, ao que ele respondeu com um aperto de mão. Eu até lhe disse: " Ó senhor Doutor não convém andar a dar "apertos de mão" às pessoas por causa do H1N1 ( Gripe A)". Ele deu um sorriso e ficou por aí...

A minha questão é muito simples e vai dirigida ao Ministério da Saúde, que é a tutela responsável pelo funcionamento do SNS:

1) - Quando um paciente manifesta a necessidade de ser visto por um médico é por que tem um problema de saúde, não é verdade ?;
2) - Assim sendo, esse paciente deve ser atendido no mais curto espaço de tempo, dependendo da gravidade da situação mas, por pouca urgência que tenha, nunca poderá ultrapassar uma semana, caso contrário poderá haver consequências irreversíveis para o paciente, cuja responsabilidade não é de ninguém, aparentemente;
3) - Como é que se justifica que um paciente fique à espera 19 meses para ser visto por um médico ? Será que, neste caso, os ouvidos podem esperar infinitamente sem correr o risco de qualquer dano irreversível ?;
4)- Depois de uma espera de 19 meses, o médico manda o paciente embora com marcação para exames 4 meses depois ( 28 de Janeiro de 2010 ). Será este procedimento correcto ? Esperar 19 meses por uma consulta e depois ainda ter que esperar mais 4 meses para fazer exames ??? Será que quando se identifica uma doença, o tratamento poderá levar séculos a ser accionado, ou estarão à espera que o paciente vá para debaixo da terra ?

Como utente do SNS, quero aqui deixar bem claro que nem tudo é mau. Os Centros de Saúde funcionam bem, pelo menos o meu funciona bem, mas isto é apenas uma gota de água no oceano da saúde. Os médicos de família têm funções específicas ou seja: apenas receitar medicamentos para doenças esporádicas e passageiras e encaminhar os doentes específicos para um especialista, e aqui é que começa o problema. Quando se trata de um especialista, a coisa parou. Não funciona. Vai-se para a "bicha" anos e anos. Faz-se queixa ao Provedor de Justiça e a resposta é uma prosa tão convincente, alegando que o Hospital está a fazer um esforço muito grande para reduzir o tempo de espera e que até já reduziu, em dois anos, 4,17%, passando de 24 meses para 23 meses a lista de espera.E esta hein ?

Entretanto, enquanto esperava pela minha sorte, que só foi a 1 de Outubro de 2009, em Maio de 2009 apanhei uma "OTITE" que me obrigou a vender uma máquina fotográfica para arranjar dinheiro para ir a um OTORRINO privado. Telefonei num dia à tarde e no outro dia à tarde estava a ser atendido por um OTORRINO. Paguei 70,00. Minha rica máquina que era o único entretenimento que tinha.

Resumindo e concluindo: estamos perante uma corporação que quer , pode e manda; e o governo nada faz. Pudera, os governos são oriundos dessas corporações mafiosas e só com uma revolução é que se poderá eliminar esta corja.

Não se admite que os utentes do SNS tenham de esperar anos e anos por uma consulta de um especialista, quando temos especialistas que trabalham no privado que poderiam e deveriam ser obrigados a participar mais activamente no SNS. Além disso, o tratamento de um paciente do SNS é completamente diferente do tratamento de um paciente do PRIVADO. Mas ainda há mais: os médicos de clínica geral e especialistas treinam nos pacientes do SNS para proporcionar aos pacientes do PRIVADO um serviço de 5 estrelas, ou seja: os pacientes do SNS são as cobaias para os médicos treinarem de modo a prestarem um bom serviço no privado.

O que fazer ? Saíu o Salazar e o Marcelo Caetano mas a merda é a mesma. Só as "MOSCAS" é que mudaram e são mais gordas. Comem mais... Elas comem tudo e não deixam nada...

domingo, 4 de outubro de 2009

AS NOSSAS ELEIÇÕES LEGISLATIVAS...


Sempre que há eleições para eleger candidatos aos vários "PODERES" de governação, os políticos descem ao mais baixo nível ou, talvez ao contrário, sobem ao mais alto nível e percorrem o País com beijinhos e abraços às peixeiras, aos pescadores, aos lavradores,aos sapateiros,às padeiras,ao homem da rua mais humilde e por aí for...

Quando se apanham no "PODER", e durante o seu mandato, fazem vista grossa a toda essa gente que, em campanha eleitoral, beijaram e abraçaram e por aí fora...
Quando voltam as "ELEIÇÔES", repete-se os abraços e beijinhos e por aí fora...

Na minha opinião, deveria ser proibido abraços e beijos e por aí fora, por que isso revela uma falta de dignidade e é um autêntico atentado à saúde pública, e que só tem apenas um objectivo: CAÇA AO VOTO.

Em relação à digladiação dos políticos pelo "PODER", eu gostaria de exprimir a minha opinião: o "PODER", na minha óptica, pertence e é dos eleitores. Os políticos que são elegidos pelos eleitores para governar,são apenas os "Administradores" da Nação, com uma procuração passada pelo "povo" que é quem mais ordena...E o povo deveria ter o "PODER" para demitir o governo sempre que o seu programa apresentado ao povo, na altura das eleições, não estivesse a ser cumprido. Mas lá diz o "dito cujo": se assim fosse não havia candidatos...

Para terminar, considero os partidos portugueses todos iguais nos seus objectivos: enriquecimento ilícito,viver à grande e à francesa, banquetes, tapetes encarnados, guarda-costas para toda a família,desfiles de vaidades com comes e bebes à custa dos contribuintes, tachos para depois de o mandato terminar... Enfim, esta é a razão pela qual se insultam em campanha, esfarrapam-se todos e fazem promessas que depois não cumprem...

Para variar, desta vez vou votar no CDS/PP e quero ver se vai cumprir as promessas pelo menos a de acabar com o rendimento social de inserção para malandros e ainda por cima a maioria é imigrante, e a insegurança/criminalidade que nos últimos tempos tanto os governos como a própria justiça, têm protegido estes criminosos, acusando a polícia de violenta e ignorando as vítimas.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

CILADA À POLÍCIA RECEBIDA A TIRO E À BOMBA...


CILADA À POLÍCIA RECEBIDA A TIRO E À BOMBA...Este era o cabeçalho de um Jornal que não me recordo o nome agora.

Todo o imigrante que tenho visto a deambular pelas ruas deste Portugal, salvo raras excepções, é completamente iletrado e nem um parafuso sabe apertar. Só não vê quem não quer, por interesses obscuros ou outros, que esta imigração vai transformar este cantinho-à-beira-mar-plantado num autêntico gueto afro-latino-americano, que toda a gente sabe o que é. Não preciso de explicar...

As "Pandilhas" que surgiram após o 25 de Abril de 1974, auto-denominadas de "PARTIDOS", estão apenas interessadas no enriquecimento ilícito e fomentam a vinda de marginais, apelidados de "imigrantes", para atirar areia aos olhos do pacato cidadão português, filho do "VIRIATO".

É que enquanto o cidadão pacato se preocupa com a "insegurança", as pandilhas vão enchendo o saco até dizer basta. É uma técnica que funciona. Mas cuidado !... É que o cântaro tantas vezes vai à fonte, que um dia parte-se todo. Quando este "POVO LUSITANO" acordar, muitas cabeças pode cortar. E lá vão, outra vez, os senhores feudais, que enriqueceram ilicitamente, em debandada até ao Brasil e outras partes do mundo.

A polícia, que tão mal tratada é pelos senhores do "(DES)GOVERNO", qualquer dia entrega as armas na Assembleia da República e manda os deputados e o governo irem para os bairros problemáticos para resolverem a situação... Talvez aumentando o subsídio de inserção social para os 5.000 euros, por mês, por família, nesses bairros problemáticos, minimize a violência que, em vez de tiros e bombas, passem para o terrorismo urbano, tipo ETA, reivindicando, também, um cantinho só para eles.

Viva a República das Bananas...